Sabe, estou desde quarta-feira pensando em como escrever este post, mas só agora me senti preparada para tal...
D'As Crônicas de NiNa:
"Entrei no ônibus e coloquei minhas malas lá no fundo. Exatamente nessa hora minha mãe ligou perguntando como foi o dia. Conversamos por aproximadamente uns 15 minutos e enquanto isso o motorista ligou o ônibus, pôs-se a partir e todos lá dentro rezavam por uma boa viagem, juntos e em bom tom. Desliguei bem nessa hora, a tempo de ouvir um 'em nome de Jesus, Amém' e também pedir... Gritaram lá atrás: 'dêem um tchauzinho!' Foi quando me toquei... Vi os portões daquela chácara em que havia passado 4 dias ficarem mais distantes e me perguntei: 'Teria sido um sonho? Foi tudo tão intenso... Será que estive em outro mundo, outro planeta?' Me lembrei então do dia da viagem: sexta-feira, dia 1º de Fevereiro de 2008. Melhor, antes, quarta-feira. Estava em casa, mais precisamente, no computador, e minha mãe me ligou contando do acampamento. Confesso que quando soube que era da igreja não me animei muito, acho que tive um certo preconceito. Somente disse: 'Tá, mãe. Vou ver se as meninas querem ir, mas não prometo nada...' Acontece, pessoal, que há mais de dois meses eu vinha me sentindo mal e rezava todos os dias pro papai do céu me tirar aquela angústia do peito, aquele vazio incontrolável e me mandasse uma luz pros meus problemas. Foi assim que Ele me pegou de surpresa, galera. Na quinta-feira cedo fui pra loja e de repente ouvi um estalo na minha cabeça: 'Sabe que pode ser bom? Adriana, vá minha filha, vão ser os melhores dias da sua vida, vc não sabe o que te espera! Chame o Ricardo!' E confesso que novamente eu pensei mais em viajar com o Ricardo do que cumprir com o real propósito do acampamento. Liguei pra minha mãe, pedi para que ela falasse com minha tia (que é da igreja) e reunisse todas as informações. Logo depois minha mãe ligou dizendo que minhas irmãs tinham animado a ir e que íamos na igreja pra pagar a viagem. Foi tudo tão rápido! Me senti arrepender, mas ao mesmo tempo estava super animada, não entendia aquilo! Dois sentimentos completamente antagônicos brigando dentro de mim?
Sexta a noite. Chegamos no acampamento às 22h mortas de cansadas. Tinha ido dormir às 3h e acordei às 8h, mas ainda assim resolveram fazer um culto até 2h da manhã de sábado. E novamente, meus amigos, devo confessar que odiei estar ali, que não iria gostar daquele lugar e nem daquelas pessoas! Todos ali rezavam pra ter mais culto e eu rezava pra poder ir dormir. Tinha me arrependido de não ter ficado com o Ricardo em Brasília... Acordei então, às 8h, ainda morta de cansada, não havia dormido nada e a cama era horrível! O café da manhã parecia insosso e as pessoas crentes demais! Mas devo te contar que às 10h30 da manhã eu me surpreendi. Todas as quase 300 pessoas se reuniram num ginásio imenso e puseram lá na frente um pastor para nos dar sermões. Olhei pra ele interessada, sempre como fui, sedenta por mais aprendizado, mas apesar disso, com um certo preconceito... Dr. Mochê Stein, de Israel, ensinava como falar com Cristo. Falou por três horas que mais pareceram 20 minutos. Adorei esse cara. De repente, todos ali naquele ginásio começaram a chorar. Então Mochê pediu para que abraçássemos fortemente a pessoa do lado e assim fizemos. Senti como se todo o peso que havia dentro de mim estava indo embora em pequenas partes dentro de cada lágrima que eu derramava. Olha, não foram poucas. Todos ali dentro vermelhos, choravam de soluçar, caíam no chão fracos de tanta dor no coração. Achei aquilo o máximo. Me senti leve, mas continuava sem respostas. Continuava me questionando e cheia de preconceito. Almoçamos e fomos pra piscina. Divina piscina! Teve também futebol de sabão e cama elástica! Ah, não posso esquecer do futebol masculino... (uau) Sábado foi realmente prazeroso! Jantamos uma comida deliciosa, macia e fomos pro culto das 20h. A apóstola Selma Ballosingh, de Trinidad e Tobago, começou a falar de como foi curada de sua febre reumática aos 12 anos de idade. Não me afetou muito. Apenas tinha me lembrado de tê-la visto dançando uma vez em Outubro passado e que fora muito engraçado. Esperava que ela me fizesse graça de novo! Sabe que, apesar disso tudo, fazia o que ela pedia. Rezei profundamente. Pedi por toda a minha família, pedi pelo Ricardo e a família dele, meus amigos, todos que eu amava... Sentia uma vontade enorme de chorar e então chorava. Estranho como não tive vergonha de chorar, todos ali estavam rezando, absortos em sua oração, porquê se importariam com minhas dores...? Até então, eu prestava atenção na banda como espectadora, como observadora. 'Nossa, aquele baixista sabe muito. Caramba, aquele cara canta muito, queria saber cantar como aquela menina, que lindo... As guitarras então, profissionais, pena que sejam músicas de igreja, senão ia ficar show de bola. Olha, mas não é que essas músicas são boas? As letras também são lindas!' Aí, gente, me vi chacoalhando os braços. Pulando tímida no meu lugar e tentando acompanhar a letra da música. Fiquei espantada comigo mesma. Estava sentindo uma alegriazinha tão boa! Fui dormir e pedi mais uma vez para que Deus me mostrasse as respostas de que precisava. Domingo não foi diferente. E a cada dia que passava, minha alma era lavada, se renovava mais e mais. Fizeram uma dinâmica de grupo e conheci pessoas lindas! Lindas mesmo, cheias de pureza no coração, pessoas que nunca tinha visto, gente que não me julgava com os olhos, me martirizando. Caramba, como lembro da Mariana, do Marcelo, da Franciele, da Isabela, da Leilah! Precisei muito deles para me mostrar que esse mundo não está perdido, eu não estou sozinha. Foi uma tarde, sem mais palavras, renovadora! Nesse dia também me descobri um pouquinho mais perto de Deus. Já podia vê-lo sentado do meu lado e já podia senti-lo tocar minhas mãos, olhando pra mim com todo o carinho que um pai podia olhar. A banda, comandada pelo pastor Darckson Lira, que deu uma ótima palestra tanto de manhã quanto de noite, deu um show. Sério, um show. Qual estilo você prefere? Não interessa, o show agradava a todos os ouvidos! Todos pulavam, gritavam, corriam, faziam trenzinho e jogavam os garotos pra cima em cadeirinhas! Saí de lá exausta e feliz, sempre de madrugada, incrível como isso não cansava ninguém, dormir às 3h e acordar às 8h... Segunda-feira foi demais, pessoas. O cúmulo do cúmulo, por assim dizer. Acordei tão feliz, apesar de cansada, que não podia reclamar de nada. A cama já não era ruim, o café da manhã era delicioso e o almoço humm nem se fala! (mas é verdade, delicioso, precisam ver!) Cumprimentávamos todos à volta, sempre sorrindo! Não sentia nenhuma vontade de reclamar de nada, nem de voltar pra casa, só de gritar que estava feliz! O estranho foi que de tarde senti uma terrível tristeza repentina quando estava na piscina. Isolei-me e chorei em silêncio, rezando a Deus para me dar minhas respostas, já não aguentava mais. No outro dia soube que a maioria das pessoas no acamp estava assim aquela hora, mas precisam ver a repercussão que deu isso à noite... A noite começou com a Selma. Ela não veio calma como da outra vez, já chegou falando forte e implorando para que orássemos. Então ela pôs a mão na minha testa. Tão forte, com tanto fervor que me senti mais leve. Rezei mais forte do que tudo aquela noite. Rezei com todas as forças que pude reunir. Então abri os olhos. Vi uma cena que antigamente me repugnava: pessoas caindo no chão inconscientes. Então chorei, me perguntando que espécie de Deus é esse que derruba pessoas, que espécie de Deus é esse que faz pessoas chorarem??? Sai deste ginásio, satanás! Mas a resposta veio na hora: era o Espírito Santo. Eu também chorava e só então percebi como tremia. Estou tremendo?? Que raios está havendo comigo?? Olhei pros lados e vi pessoas tendo ataques, tremendo freneticamente e tive medo. Rezava e quanto mais eu rezava mais eu chorava e tremia. Apareceu Mochê. Então Selma e Mochê tocavam o culto com todo o fervor, aos gritos, e assim, mais gente caía no chão e mais medo eu sentia. Tive medo de cair, de ficar inconsciente, mas de repente veio uma paz dentro de mim que levou embora todo o medo. E podia me entregar porque o que estava ali era Deus e não o diabo. Eu chorava, mas o choro me alegrava. Eu tremia, mas sentia um arrepio de paz. Uma paz tão grande, tão grande... Ele veio ao meu encontro aquela noite. Saímos daquele culto tão exaustos e tão felizes... Eram 4h da manhã e ainda pulávamos ao som da banda, sabendo que teríamos de acordar às 8h, mas não importava... Terça-feira. Fiz amigos maravilhosos, trocamos telefones e e-mails e conversamos sobre o dia anterior, tão sobrenatural! Terça foi um dia atípico. Percebi que quando Mochê e Selma se juntavam, o ginásio parecia querer explodir. Agora todos, eu digo, todos sem exceção, caíram no chão. Foi o dia da cura, o dia da unção, como eles dizem lá. Sabe, me senti tão bem, que se tivesse ganho na loteria não teria sentido alegria maior."
Pois é, Galera. Meus novos amigos me disseram que não houve acampamento melhor que esse... Só sei que agora a paz que eu tô sentindo e a vontade que eu tenho de estar sempre perto d'Ele é viciante. Não posso mais ficar sem. Obrigada Senhor por ter ouvido minhas preces e nunca ter desistido de mim, mesmo quando me afastei de Ti.
D'As Crônicas de NiNa:
"Entrei no ônibus e coloquei minhas malas lá no fundo. Exatamente nessa hora minha mãe ligou perguntando como foi o dia. Conversamos por aproximadamente uns 15 minutos e enquanto isso o motorista ligou o ônibus, pôs-se a partir e todos lá dentro rezavam por uma boa viagem, juntos e em bom tom. Desliguei bem nessa hora, a tempo de ouvir um 'em nome de Jesus, Amém' e também pedir... Gritaram lá atrás: 'dêem um tchauzinho!' Foi quando me toquei... Vi os portões daquela chácara em que havia passado 4 dias ficarem mais distantes e me perguntei: 'Teria sido um sonho? Foi tudo tão intenso... Será que estive em outro mundo, outro planeta?' Me lembrei então do dia da viagem: sexta-feira, dia 1º de Fevereiro de 2008. Melhor, antes, quarta-feira. Estava em casa, mais precisamente, no computador, e minha mãe me ligou contando do acampamento. Confesso que quando soube que era da igreja não me animei muito, acho que tive um certo preconceito. Somente disse: 'Tá, mãe. Vou ver se as meninas querem ir, mas não prometo nada...' Acontece, pessoal, que há mais de dois meses eu vinha me sentindo mal e rezava todos os dias pro papai do céu me tirar aquela angústia do peito, aquele vazio incontrolável e me mandasse uma luz pros meus problemas. Foi assim que Ele me pegou de surpresa, galera. Na quinta-feira cedo fui pra loja e de repente ouvi um estalo na minha cabeça: 'Sabe que pode ser bom? Adriana, vá minha filha, vão ser os melhores dias da sua vida, vc não sabe o que te espera! Chame o Ricardo!' E confesso que novamente eu pensei mais em viajar com o Ricardo do que cumprir com o real propósito do acampamento. Liguei pra minha mãe, pedi para que ela falasse com minha tia (que é da igreja) e reunisse todas as informações. Logo depois minha mãe ligou dizendo que minhas irmãs tinham animado a ir e que íamos na igreja pra pagar a viagem. Foi tudo tão rápido! Me senti arrepender, mas ao mesmo tempo estava super animada, não entendia aquilo! Dois sentimentos completamente antagônicos brigando dentro de mim?
Sexta a noite. Chegamos no acampamento às 22h mortas de cansadas. Tinha ido dormir às 3h e acordei às 8h, mas ainda assim resolveram fazer um culto até 2h da manhã de sábado. E novamente, meus amigos, devo confessar que odiei estar ali, que não iria gostar daquele lugar e nem daquelas pessoas! Todos ali rezavam pra ter mais culto e eu rezava pra poder ir dormir. Tinha me arrependido de não ter ficado com o Ricardo em Brasília... Acordei então, às 8h, ainda morta de cansada, não havia dormido nada e a cama era horrível! O café da manhã parecia insosso e as pessoas crentes demais! Mas devo te contar que às 10h30 da manhã eu me surpreendi. Todas as quase 300 pessoas se reuniram num ginásio imenso e puseram lá na frente um pastor para nos dar sermões. Olhei pra ele interessada, sempre como fui, sedenta por mais aprendizado, mas apesar disso, com um certo preconceito... Dr. Mochê Stein, de Israel, ensinava como falar com Cristo. Falou por três horas que mais pareceram 20 minutos. Adorei esse cara. De repente, todos ali naquele ginásio começaram a chorar. Então Mochê pediu para que abraçássemos fortemente a pessoa do lado e assim fizemos. Senti como se todo o peso que havia dentro de mim estava indo embora em pequenas partes dentro de cada lágrima que eu derramava. Olha, não foram poucas. Todos ali dentro vermelhos, choravam de soluçar, caíam no chão fracos de tanta dor no coração. Achei aquilo o máximo. Me senti leve, mas continuava sem respostas. Continuava me questionando e cheia de preconceito. Almoçamos e fomos pra piscina. Divina piscina! Teve também futebol de sabão e cama elástica! Ah, não posso esquecer do futebol masculino... (uau) Sábado foi realmente prazeroso! Jantamos uma comida deliciosa, macia e fomos pro culto das 20h. A apóstola Selma Ballosingh, de Trinidad e Tobago, começou a falar de como foi curada de sua febre reumática aos 12 anos de idade. Não me afetou muito. Apenas tinha me lembrado de tê-la visto dançando uma vez em Outubro passado e que fora muito engraçado. Esperava que ela me fizesse graça de novo! Sabe que, apesar disso tudo, fazia o que ela pedia. Rezei profundamente. Pedi por toda a minha família, pedi pelo Ricardo e a família dele, meus amigos, todos que eu amava... Sentia uma vontade enorme de chorar e então chorava. Estranho como não tive vergonha de chorar, todos ali estavam rezando, absortos em sua oração, porquê se importariam com minhas dores...? Até então, eu prestava atenção na banda como espectadora, como observadora. 'Nossa, aquele baixista sabe muito. Caramba, aquele cara canta muito, queria saber cantar como aquela menina, que lindo... As guitarras então, profissionais, pena que sejam músicas de igreja, senão ia ficar show de bola. Olha, mas não é que essas músicas são boas? As letras também são lindas!' Aí, gente, me vi chacoalhando os braços. Pulando tímida no meu lugar e tentando acompanhar a letra da música. Fiquei espantada comigo mesma. Estava sentindo uma alegriazinha tão boa! Fui dormir e pedi mais uma vez para que Deus me mostrasse as respostas de que precisava. Domingo não foi diferente. E a cada dia que passava, minha alma era lavada, se renovava mais e mais. Fizeram uma dinâmica de grupo e conheci pessoas lindas! Lindas mesmo, cheias de pureza no coração, pessoas que nunca tinha visto, gente que não me julgava com os olhos, me martirizando. Caramba, como lembro da Mariana, do Marcelo, da Franciele, da Isabela, da Leilah! Precisei muito deles para me mostrar que esse mundo não está perdido, eu não estou sozinha. Foi uma tarde, sem mais palavras, renovadora! Nesse dia também me descobri um pouquinho mais perto de Deus. Já podia vê-lo sentado do meu lado e já podia senti-lo tocar minhas mãos, olhando pra mim com todo o carinho que um pai podia olhar. A banda, comandada pelo pastor Darckson Lira, que deu uma ótima palestra tanto de manhã quanto de noite, deu um show. Sério, um show. Qual estilo você prefere? Não interessa, o show agradava a todos os ouvidos! Todos pulavam, gritavam, corriam, faziam trenzinho e jogavam os garotos pra cima em cadeirinhas! Saí de lá exausta e feliz, sempre de madrugada, incrível como isso não cansava ninguém, dormir às 3h e acordar às 8h... Segunda-feira foi demais, pessoas. O cúmulo do cúmulo, por assim dizer. Acordei tão feliz, apesar de cansada, que não podia reclamar de nada. A cama já não era ruim, o café da manhã era delicioso e o almoço humm nem se fala! (mas é verdade, delicioso, precisam ver!) Cumprimentávamos todos à volta, sempre sorrindo! Não sentia nenhuma vontade de reclamar de nada, nem de voltar pra casa, só de gritar que estava feliz! O estranho foi que de tarde senti uma terrível tristeza repentina quando estava na piscina. Isolei-me e chorei em silêncio, rezando a Deus para me dar minhas respostas, já não aguentava mais. No outro dia soube que a maioria das pessoas no acamp estava assim aquela hora, mas precisam ver a repercussão que deu isso à noite... A noite começou com a Selma. Ela não veio calma como da outra vez, já chegou falando forte e implorando para que orássemos. Então ela pôs a mão na minha testa. Tão forte, com tanto fervor que me senti mais leve. Rezei mais forte do que tudo aquela noite. Rezei com todas as forças que pude reunir. Então abri os olhos. Vi uma cena que antigamente me repugnava: pessoas caindo no chão inconscientes. Então chorei, me perguntando que espécie de Deus é esse que derruba pessoas, que espécie de Deus é esse que faz pessoas chorarem??? Sai deste ginásio, satanás! Mas a resposta veio na hora: era o Espírito Santo. Eu também chorava e só então percebi como tremia. Estou tremendo?? Que raios está havendo comigo?? Olhei pros lados e vi pessoas tendo ataques, tremendo freneticamente e tive medo. Rezava e quanto mais eu rezava mais eu chorava e tremia. Apareceu Mochê. Então Selma e Mochê tocavam o culto com todo o fervor, aos gritos, e assim, mais gente caía no chão e mais medo eu sentia. Tive medo de cair, de ficar inconsciente, mas de repente veio uma paz dentro de mim que levou embora todo o medo. E podia me entregar porque o que estava ali era Deus e não o diabo. Eu chorava, mas o choro me alegrava. Eu tremia, mas sentia um arrepio de paz. Uma paz tão grande, tão grande... Ele veio ao meu encontro aquela noite. Saímos daquele culto tão exaustos e tão felizes... Eram 4h da manhã e ainda pulávamos ao som da banda, sabendo que teríamos de acordar às 8h, mas não importava... Terça-feira. Fiz amigos maravilhosos, trocamos telefones e e-mails e conversamos sobre o dia anterior, tão sobrenatural! Terça foi um dia atípico. Percebi que quando Mochê e Selma se juntavam, o ginásio parecia querer explodir. Agora todos, eu digo, todos sem exceção, caíram no chão. Foi o dia da cura, o dia da unção, como eles dizem lá. Sabe, me senti tão bem, que se tivesse ganho na loteria não teria sentido alegria maior."
Pois é, Galera. Meus novos amigos me disseram que não houve acampamento melhor que esse... Só sei que agora a paz que eu tô sentindo e a vontade que eu tenho de estar sempre perto d'Ele é viciante. Não posso mais ficar sem. Obrigada Senhor por ter ouvido minhas preces e nunca ter desistido de mim, mesmo quando me afastei de Ti.
Deus nunca se afasta de nós Dri! Acho que nem se quiséssemos! Rezar e pedir com fervor é o único caminho pra conseguirmos o que queremos! Mas isso não é a única coisa, afinal, sem ajudar quem está ao nosso lado, sem sermos mais justos e sem tentarmos fazer felizes as pessoas que nos rodeiam, de nada adianta sentar no banco da igreja e orar!
ResponderExcluirToda essa coisa boa parte de nós para Ele, e Ele nos manda algo muito bom de volta!
Ah, se todos entendessem isso!!!
Fico muito muito feliz por você amiga! Deve ter sido uma imensa experiência!
Beijos!!!
Que acampamento bom esse, ein? Que legal q vc está renovada e Feliz, Se vc fica e se sente tão bem, nunca deixe de ir na igreja e nos encontros sempre que tiverem, Bjs
ResponderExcluirDeus sempre nos diz: "Filho meu, pq sofre tanto? Estou aqui do teu lado para impedir que tenha qualquer doença ou problema! Mostre-os a mim e viva em paz, intensamente e feliz!" O pior é que muita gente finge que não escuta ou simplesmente não quer acreditar... Com Ele é assim: é preciso antes crer para ver. E eu vi!
ResponderExcluirAdriana, que lindo o que vc viveu vc merece,você tem o coração puro, é uma pessoa maravilhosa,ama a todos em sua volta, e dar muito prazer estar com você.Essa expriência de sentir realmente o Deus vivo somente uma pessoa igual a vc irá ter...Parabens,adoooreii seu post vc escreve muito bem, poderia ser várias páginas ( se assim posso falar)que não me cansaria de ler.Te Amo!!!!
ResponderExcluirNotei logo no modo como vc voltou de lá do acampamento, muito mais animada, divertida, feliz... que bom , se vc está contente nao tem porque parar de frequentar a igreja e rezar todos os dias né. Chama o pessoal que vc conheceu para sair com agente, será que são legais fora do convívio dos pastores :) (brincadeira) Bjs, T+
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