É sempre tão bom quando tem um bebê a caminho!
A começar pelo pai, orgulhoso, com champanhe na mesa do almoço e pedindo a atenção dos sogros. Dá a notícia, seguida de sustos e admiração. Só de saber da 'encomenda', a gente já sente um ar de esperança. Aquela sensação de rotina de todos os dias pro resto da vida dá lugar aos preparativos. A família toda liga pra saber da novidade e a futura vovó é só felicidade. A notícia foi dada, ironicamente ou não, na véspera do dia das mães. A criança será muito amada.
Então os meses passam e a barriga vai crescendo assustadoramente rápido. A mamãe para de trabalhar e de frequentar shows muito pesados. Os amigos mandam roupinhas - um tanto diferente - e brinquedinhos.
Enfim, chega a hora de saber o sexo: menina! A Dianinha já nascerá do metal, com macacões pretos de bandas de rock e um carrinho de ferrari, especialmente comprado em Londres.
Os pais não vêem a hora de ver a carinha dela, de como ficará vestida nas roupinhas e andando no seu carrinho de bebê estilo ferrari. Ô menina sortuda! Vovó já prometeu: "No natal vou colocá-la na manjedoura!"
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Já vou atualizar!
Adivinhe só:
Tenho dois posts que fiz na loja, mas não posso atualizar porque lá não tem internet.
Antes fosse só isso... Lá não tem entrada usb, então tive que por tudo num disquete. Nem meu notebook e nem na facul tem leitor de disquete. Então, tenho que passar tudo pro computador de casa e copiar pro pendrive e depois mandar pra cá. Tudo bem, antes fosse só isso! Saio de casa às 7h e chego às 23h, quem disse que tenho coragem pra ainda ligar o computador?? Hihihihi!
Sorry...
[OFF-TOPIC]:Imagine só você sair do banheiro da facul e um cara falar assim pro outro: "Essa dá pra pegar no semestre que vem, junto com a outra grade..." Tsc,tsc,tsc...
Tenho dois posts que fiz na loja, mas não posso atualizar porque lá não tem internet.
Antes fosse só isso... Lá não tem entrada usb, então tive que por tudo num disquete. Nem meu notebook e nem na facul tem leitor de disquete. Então, tenho que passar tudo pro computador de casa e copiar pro pendrive e depois mandar pra cá. Tudo bem, antes fosse só isso! Saio de casa às 7h e chego às 23h, quem disse que tenho coragem pra ainda ligar o computador?? Hihihihi!
Sorry...
[OFF-TOPIC]:Imagine só você sair do banheiro da facul e um cara falar assim pro outro: "Essa dá pra pegar no semestre que vem, junto com a outra grade..." Tsc,tsc,tsc...
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Stand up Comedy
Todo mundo já viu aqueles panfletos de rua. Tamanho A5 normalmente, entregues no trânsito. Não sei o que um comerciante pensa na hora de mandar fazer uma propaganda dessas, afinal, nunca vi ninguém ler!
Sempre que estou parada no sinal, já me ensinaram, fechar as janelas pra não ter que pegar nenhum panfleto. Há quem diga que papel demais dentro do carro começa a feder a mofo. Bom, já vi de tudo no sinal, menos alguém lendo o bendito papel. O motorista recebe o papel e joga direto no colo do passageiro, que na hora larga no painel do carro. Alguns outros simplesmente balançam a cabeça insistentemente, mas não adianta, o coitado que está entregando quer desesperadamente acabar com a pilha de papel e joga deseducadamente o panfleto dentro do carro. Aliás, que trabalhinho desumano, ficar no sol o dia inteiro esperando o sinal fechar para ser então ignorado pelos motoristas.
Enfim, depois de uma semana tensa, chega o fim de semana e lá vai você tentar limpar a bagunça no carro. Amassa os papéis de supermercados e lojas de carros, entre xingamentos, e estufa dentro de um saco de lixo... Penso então na poluição que isso causa... O público alvo não lê; O comerciante não tem retorno; E o papel descartado crescendo nas ruas?? Só quem ganha com isso são as gráficas, ninguém vê??
Mas o pior mesmo são os panfletos presos no limpador de pára-brisa dos carros no estacionamento! (Se bem que uma vez prenderam um jogo da quina no meu carro... No mínimo diferente!) Bem, pelo menos comigo é assim: no trabalho de manhã: panfleto. No restaurante na hora do almoço: panfleto. De volta ao trabalho: panfleto. Na facul: panfleto. Se vou no cartório: panfleto. No shopping: panfleto. No supermercado: panfleto. Que raios! Ainda bem que não pulam o muro de casa pra isso!
Uma vez saí do trabalho às seis e meia da tarde. Corri até o carro, não podia esperar teria aula na faculdade logo mais, às sete. Lá estava o bendito panfleto e eu não vi. Lá pelo meio do congestionamento (siim, nesse horário queria o quê??!) reparei naquele papel horroroso de má qualidade preso no pára-brisa. Estava bem na ponta da direita, perto do retrovisor do passageiro. Resolvi usar um truque que me ensinaram: abaixar o vidro da porta e esticar a mão por fora do pára-brisa, enquanto acionava o limpador, que traria o panfleto junto, bem na minha mão (tentem depois!). Pois bem, a bonitinha aqui, desastrada desde pequenininha, esticava a mão e não alcançava o papel. Cheguei até a esticar as pernas e a bater a cabeça no vidro e nada daquele maldito papel chegar na minha mão. Não ia descer do carro também não, tenho dignidade, não vou perder essa guerra para um reles panfleto! A essa altura da história já estava nervosa, pois o sinal estava prestes a abrir e eu não ia conseguir dirigir com aquilo ali! E... adivinhem, nervosismo serve pra quê? Mais desastres! Ao acionar o limpador de pára-brisa, acionei também sem querer, o guincho pra molhar o pára-brisa. E????? O panfleto grudou, molhado e gosmento, exatamente na minha frente. Agora, se o sinal abrisse, não conseguiria nem dirigir de lado. Ô guerrinha disgramada! Exatamente na hora que o sinal abriu (ainda bem que não era a primeira), pulei do carro descalça mesmo (ô mania...) e fui lá, raspar com a unha o troço molhado que se formou no vidro do meu carro. Daí a minha raiva de panfleto...
É... Adriana: 0 x 10 panfleto!!!
Sempre que estou parada no sinal, já me ensinaram, fechar as janelas pra não ter que pegar nenhum panfleto. Há quem diga que papel demais dentro do carro começa a feder a mofo. Bom, já vi de tudo no sinal, menos alguém lendo o bendito papel. O motorista recebe o papel e joga direto no colo do passageiro, que na hora larga no painel do carro. Alguns outros simplesmente balançam a cabeça insistentemente, mas não adianta, o coitado que está entregando quer desesperadamente acabar com a pilha de papel e joga deseducadamente o panfleto dentro do carro. Aliás, que trabalhinho desumano, ficar no sol o dia inteiro esperando o sinal fechar para ser então ignorado pelos motoristas.
Enfim, depois de uma semana tensa, chega o fim de semana e lá vai você tentar limpar a bagunça no carro. Amassa os papéis de supermercados e lojas de carros, entre xingamentos, e estufa dentro de um saco de lixo... Penso então na poluição que isso causa... O público alvo não lê; O comerciante não tem retorno; E o papel descartado crescendo nas ruas?? Só quem ganha com isso são as gráficas, ninguém vê??
Mas o pior mesmo são os panfletos presos no limpador de pára-brisa dos carros no estacionamento! (Se bem que uma vez prenderam um jogo da quina no meu carro... No mínimo diferente!) Bem, pelo menos comigo é assim: no trabalho de manhã: panfleto. No restaurante na hora do almoço: panfleto. De volta ao trabalho: panfleto. Na facul: panfleto. Se vou no cartório: panfleto. No shopping: panfleto. No supermercado: panfleto. Que raios! Ainda bem que não pulam o muro de casa pra isso!
Uma vez saí do trabalho às seis e meia da tarde. Corri até o carro, não podia esperar teria aula na faculdade logo mais, às sete. Lá estava o bendito panfleto e eu não vi. Lá pelo meio do congestionamento (siim, nesse horário queria o quê??!) reparei naquele papel horroroso de má qualidade preso no pára-brisa. Estava bem na ponta da direita, perto do retrovisor do passageiro. Resolvi usar um truque que me ensinaram: abaixar o vidro da porta e esticar a mão por fora do pára-brisa, enquanto acionava o limpador, que traria o panfleto junto, bem na minha mão (tentem depois!). Pois bem, a bonitinha aqui, desastrada desde pequenininha, esticava a mão e não alcançava o papel. Cheguei até a esticar as pernas e a bater a cabeça no vidro e nada daquele maldito papel chegar na minha mão. Não ia descer do carro também não, tenho dignidade, não vou perder essa guerra para um reles panfleto! A essa altura da história já estava nervosa, pois o sinal estava prestes a abrir e eu não ia conseguir dirigir com aquilo ali! E... adivinhem, nervosismo serve pra quê? Mais desastres! Ao acionar o limpador de pára-brisa, acionei também sem querer, o guincho pra molhar o pára-brisa. E????? O panfleto grudou, molhado e gosmento, exatamente na minha frente. Agora, se o sinal abrisse, não conseguiria nem dirigir de lado. Ô guerrinha disgramada! Exatamente na hora que o sinal abriu (ainda bem que não era a primeira), pulei do carro descalça mesmo (ô mania...) e fui lá, raspar com a unha o troço molhado que se formou no vidro do meu carro. Daí a minha raiva de panfleto...
É... Adriana: 0 x 10 panfleto!!!
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
??
Não queria voltar a escrever num momento como esse, mas é quando melhor produzo...
Andei tentando me conhecer, pois tenho despejado demais minha agonia em inocentes, que nem sempre entendem isso em mim. Eu digo agonia, porque é algo que está preso dentro de mim há um tempão, como se fosse uma mágoa que vem crescendo e se alimentando com o tempo... De alguma forma, achei que deveria me isolar, mas ao mesmo tempo, queria que as pessoas próximas de mim me ajudassem sem que eu dissesse nada. Resultou nisso, todos com raiva de mim, inclusive eu.
Eu tinha planos... Quando olho pro passado, vejo uma menina ativa e disciplinada, sempre disposta a ajudar os outros, simpática e sem qualquer pensamento ou sentimento ruim. Depois, notei que a minha inocência estava me fazendo cavar um fundo buraco, um poço sem saída. Digo assim, porque sei que estavam se aproveitando de mim, pisando em mim. Passei uns anos apertados, doloridos... Tudo aconteceu ao mesmo tempo e criei feridas que não cicatrizam nunca.
Hoje,ainda tento achar o melhor de cada pessoa. Mas diferente de antes, agora preciso me esforçar pra confiar em alguém. Porque pra mim, se eu não me entregar de corpo e alma, não deixar transparecer o romantismo e o sentimentalismo que se passa em mim, eu não sou ninguém.
Cresci lendo esses romances, essas histórias de super-heróis, ouvindo sobre as revoluções históricas da nossa humanidade, livros de escritores importantíssimos. Cresci ouvindo as melhores músicas já ouvidas. Vendo os melhores filmes. Não digo aqueles besteiróis, não. Os clássicos. Tudo isso despertou em mim o desejo de salvar o mundo, de torná-lo melhor, de ver o melhor em cada um de nós e explorar isso.
Então, passei pelo que o mundo tem em maior quantidade: o egoísmo. A 'arte' de pensar só em si mesmo. Esse egoísmo de alguns me transformou. Tudo bem, um dia isso ia acontecer comigo e eu tenho que dançar conforme a música. Mas ainda não consigo aceitar. Queria ser inocente pra sempre...
Atualmente, me encontro paralisada. Isso mesmo. Não consigo reunir idéias, não consigo projetar nada, planejar nada. Assisto às aulas da facul indiferente, sem vontade, sem o menor interesse. Vejo tv com vontade de ser feliz, sem saber como. Como doces com vontade de estar malhando, mas meu turbilhão de idéias, de informações não processadas, não deixa. Já viu isso? Não é desculpa, é sério. Eu sento pra conversar, mas não consigo me expressar. Pego um papel ou meu computador, mas não consigo escrever, o que eu sempre fiz de melhor. Penso nos projetos em que deveria estar focada, mas a ansiedade não deixa.
Ontem uma amiga me disse: "Nos afastarmos de tudo não é a solução, pq cada um de nós É uma história, e uma história não se faz sozinho! - Mariana Gomes Baião"
Parei pra pensar: estou fazendo o contrário! Estou tentando me isolar pra ver se me encontro, além de estar culpando-os por não conseguirem me ajudar, enquanto deveria me aliar a eles! Eles sim têm a solução que eu procuro!
Tenho me esforçado e sei que essa caminhada vai ser longa. Mas acho que nunca vou deixar de ser idealista, romântica e de acreditar no que as pessoas têm de bom!
Andei tentando me conhecer, pois tenho despejado demais minha agonia em inocentes, que nem sempre entendem isso em mim. Eu digo agonia, porque é algo que está preso dentro de mim há um tempão, como se fosse uma mágoa que vem crescendo e se alimentando com o tempo... De alguma forma, achei que deveria me isolar, mas ao mesmo tempo, queria que as pessoas próximas de mim me ajudassem sem que eu dissesse nada. Resultou nisso, todos com raiva de mim, inclusive eu.
Eu tinha planos... Quando olho pro passado, vejo uma menina ativa e disciplinada, sempre disposta a ajudar os outros, simpática e sem qualquer pensamento ou sentimento ruim. Depois, notei que a minha inocência estava me fazendo cavar um fundo buraco, um poço sem saída. Digo assim, porque sei que estavam se aproveitando de mim, pisando em mim. Passei uns anos apertados, doloridos... Tudo aconteceu ao mesmo tempo e criei feridas que não cicatrizam nunca.
Hoje,ainda tento achar o melhor de cada pessoa. Mas diferente de antes, agora preciso me esforçar pra confiar em alguém. Porque pra mim, se eu não me entregar de corpo e alma, não deixar transparecer o romantismo e o sentimentalismo que se passa em mim, eu não sou ninguém.
Cresci lendo esses romances, essas histórias de super-heróis, ouvindo sobre as revoluções históricas da nossa humanidade, livros de escritores importantíssimos. Cresci ouvindo as melhores músicas já ouvidas. Vendo os melhores filmes. Não digo aqueles besteiróis, não. Os clássicos. Tudo isso despertou em mim o desejo de salvar o mundo, de torná-lo melhor, de ver o melhor em cada um de nós e explorar isso.
Então, passei pelo que o mundo tem em maior quantidade: o egoísmo. A 'arte' de pensar só em si mesmo. Esse egoísmo de alguns me transformou. Tudo bem, um dia isso ia acontecer comigo e eu tenho que dançar conforme a música. Mas ainda não consigo aceitar. Queria ser inocente pra sempre...
Atualmente, me encontro paralisada. Isso mesmo. Não consigo reunir idéias, não consigo projetar nada, planejar nada. Assisto às aulas da facul indiferente, sem vontade, sem o menor interesse. Vejo tv com vontade de ser feliz, sem saber como. Como doces com vontade de estar malhando, mas meu turbilhão de idéias, de informações não processadas, não deixa. Já viu isso? Não é desculpa, é sério. Eu sento pra conversar, mas não consigo me expressar. Pego um papel ou meu computador, mas não consigo escrever, o que eu sempre fiz de melhor. Penso nos projetos em que deveria estar focada, mas a ansiedade não deixa.
Ontem uma amiga me disse: "Nos afastarmos de tudo não é a solução, pq cada um de nós É uma história, e uma história não se faz sozinho! - Mariana Gomes Baião"
Parei pra pensar: estou fazendo o contrário! Estou tentando me isolar pra ver se me encontro, além de estar culpando-os por não conseguirem me ajudar, enquanto deveria me aliar a eles! Eles sim têm a solução que eu procuro!
Tenho me esforçado e sei que essa caminhada vai ser longa. Mas acho que nunca vou deixar de ser idealista, romântica e de acreditar no que as pessoas têm de bom!
terça-feira, 4 de agosto de 2009
"Meu querido diário..."
Hoje minha irmã resolveu arrumar seu quarto. Coisa que eu também devia fazer há muito tempo. Ligou o rádio bem alto e se pôs a dobrar roupas atiradas sem dó no guarda-roupa. Me chamou e quando vi estava segurando seu diário e me contou um trecho dele, de, provavelmente, fins dos anos 90: "Hoje meu pai brigou com a Adriana porque ela fez tatuagem em nós. Tenho uma no pé e outra no braço." Aquilo me trouxe lembranças tão boas que nos pusemos a rir desses e mais outros trechos. Revirei meu guarda-roupa e achei o meu, com saudades daquela época. Logo na capa, preso por um clipe, uma foto do Leonardo di Caprio. Nossa, como eu era apaixonadinha por ele! E hoje eu olho, meu Deus, como eu era boba! Contei mais outros trechos pras minhas irmãs. Alguns eu nem lembrava mais, outros eu nem tinha como esquecer. Foi bom lembrar de como eu era dez anos atrás, meus desejos, minhas preocupações, meus gostos... Como eu cresci, puxa! Lembrar me trouxe uma nostalgia, uma sensação gostosa, eu era tão feliz! E tão ingênua!
quinta-feira, 25 de junho de 2009
REI DA POP NÃO RESISTIU A UMA PARAGEM CARDÍACA
HOIIHOHOUIAHHAOIHA!!
Não é nem pela reportagem do Michael Jackson, que eu estou achando muito precipitada, afinal ele ainda está em coma no hospital, mas pela frase de um site de "conceito"! Repara do detalhe: REI DA POP NÃO RESISTIU A UMA PARAGEM CARDÍACA Deve ser a pressa, aiai...

Nem arrumei o printscreen pra vocês verem o endereço e a hora do vexame, caso tentem consertar...
Não é nem pela reportagem do Michael Jackson, que eu estou achando muito precipitada, afinal ele ainda está em coma no hospital, mas pela frase de um site de "conceito"! Repara do detalhe: REI DA POP NÃO RESISTIU A UMA PARAGEM CARDÍACA Deve ser a pressa, aiai...
Nem arrumei o printscreen pra vocês verem o endereço e a hora do vexame, caso tentem consertar...
quarta-feira, 10 de junho de 2009
Espirrando
O espirro é uma expulsão de ar, convulsiva e semi-autônoma, do nariz e boca. Algumas doenças podem ser transmitidas pelo espirro que espalha até 40.000 gotículas infecciosas cujo diamêtro varia de 0.5 a 5 µm.
Causa
O espirro geralmente é causado por irritação e às vezes por bloqueio bacteriano na garganta, pulmões ou nas passagens do nariz. Substâncias que causam alergia como pólen, pêlos de animais, poeiras, assim como outras partículas que não causam alergia são geralmente inofensivas, mas quando irritam o nariz o corpo responde ao expirá-las das passagens nasais. Também pode ser causado por um estímulo óptico.
Pensei nisso depois de uma aula terça-feira na facul. Uma menina atrás de mim teve um acesso de espirros, mas não quis sair da sala, com medo de perder a matéria. Ela prendia nariz e boca com a mão, de modo a não deixar o som alto e nem a melequeira atrapalhar ninguém,já que a sala estava cheia de gente. Sabendo-se que o espirro sai na média de 100km/h do seu nariz, acho que ninguém mais deveria prender o espirro, o que pode trazer sérios danos aos seus ouvidos, graças à forte pressão que isso causa na sua cabeça.
Aí lembrei que em alguns países orientais, espirrar em público é considerado falta de educação. Mas não aqui no Brasil. Por isso não se acanhem, procurem um bom lugar (sem ninguém) pra projetar seus espirros e seja feliz! A sensação depois é tão boa...
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Apelo!
O que é a música pra você?
Quando eu era pequena, perguntava pro meu pai pra que servia a música, já que tudo que a gente vê nesse mundo tem um propósito. Um médico cura doentes, um advogado evita que alguém seja prejudicado, um cientista descobre novas tecnologias pra facilitar o dia-a-dia das pessoas. Meu pai respondia que a música servia para expressar o sentimento das pessoas.
Hoje eu entendo e amo. Amo a arte em geral. Amo a pintura, a dança, a fotografia, o teatro e principalmente a música. Surgiram como forma de as pessoas expressarem sua dor, sua paixão, seu sofrimento, seu amor. Podemos assim nos identificar e nos perceber nas obras dos outros, isso nos aproxima. A pintura podia nos mostrar a impulsividade ou a suavidade do pintor pelas pinceladas. A dança podia utilizar o corpo para encenar uma cena de amor ou ódio. A fotografia podia nos mostrar outras realidades que não conhecíamos. O teatro podia nos aproximar do cotidiano, da interação com a pessoas e suas particularidades. A música, conforme a melodia, podia nos fazer mais tristes ou mais alegres, consolados ou solidários.
Escrevi 'podia' diversas vezes.
Hoje a pintura não segue mais um idealismo e um sentimentalismo. A dança e a música tornaram-se vulgar. A fotografia nos tenta impor um nu artístico. O teatro nos força a rir de nossas próprias mazelas.
Quero voltar a ver a música evoluir. Quero sentir a paixão do compositor e do intérprete ao transmití-la. E não quero mais pocotós. Não quero mais a música comercial, feita para vender, pra grudar no ouvido, pra ser imposta nos melhores grupos da sociedade. A música deve voltar a ser uma arte. Assim como a pintura, a dança, a fotografia e o teatro, mas peço pela música porque é mais a minha realidade. Porque é mais a música que tem sofrido com isso.
Onde estão os músicos bons?? Escondidos, cantando nas noites de barzinho em barzinho?? Porque músico que ama a sua arte não desiste, apesar das dificuldades e do preconceito da sociedade. "Músico é vagabundo." "Ser músico não é profissão." "Você quer fazer faculdade de música?? Hahaha!!" "Música não dá futuro"
É preciso ouvir isso e penar um pouco. Mas eu apelo. Juntemo-nos, músicos, pois juntos poderemos mostrar a verdadeira arte e transmití-la ao mundo!
Alguém sabe de um promotor de eventos booomm aqui em Brasília???
Quando eu era pequena, perguntava pro meu pai pra que servia a música, já que tudo que a gente vê nesse mundo tem um propósito. Um médico cura doentes, um advogado evita que alguém seja prejudicado, um cientista descobre novas tecnologias pra facilitar o dia-a-dia das pessoas. Meu pai respondia que a música servia para expressar o sentimento das pessoas.
Hoje eu entendo e amo. Amo a arte em geral. Amo a pintura, a dança, a fotografia, o teatro e principalmente a música. Surgiram como forma de as pessoas expressarem sua dor, sua paixão, seu sofrimento, seu amor. Podemos assim nos identificar e nos perceber nas obras dos outros, isso nos aproxima. A pintura podia nos mostrar a impulsividade ou a suavidade do pintor pelas pinceladas. A dança podia utilizar o corpo para encenar uma cena de amor ou ódio. A fotografia podia nos mostrar outras realidades que não conhecíamos. O teatro podia nos aproximar do cotidiano, da interação com a pessoas e suas particularidades. A música, conforme a melodia, podia nos fazer mais tristes ou mais alegres, consolados ou solidários.
Escrevi 'podia' diversas vezes.
Hoje a pintura não segue mais um idealismo e um sentimentalismo. A dança e a música tornaram-se vulgar. A fotografia nos tenta impor um nu artístico. O teatro nos força a rir de nossas próprias mazelas.
Quero voltar a ver a música evoluir. Quero sentir a paixão do compositor e do intérprete ao transmití-la. E não quero mais pocotós. Não quero mais a música comercial, feita para vender, pra grudar no ouvido, pra ser imposta nos melhores grupos da sociedade. A música deve voltar a ser uma arte. Assim como a pintura, a dança, a fotografia e o teatro, mas peço pela música porque é mais a minha realidade. Porque é mais a música que tem sofrido com isso.
Onde estão os músicos bons?? Escondidos, cantando nas noites de barzinho em barzinho?? Porque músico que ama a sua arte não desiste, apesar das dificuldades e do preconceito da sociedade. "Músico é vagabundo." "Ser músico não é profissão." "Você quer fazer faculdade de música?? Hahaha!!" "Música não dá futuro"
É preciso ouvir isso e penar um pouco. Mas eu apelo. Juntemo-nos, músicos, pois juntos poderemos mostrar a verdadeira arte e transmití-la ao mundo!
Alguém sabe de um promotor de eventos booomm aqui em Brasília???
terça-feira, 12 de maio de 2009
Passando mal
No auge dos meus maravilhosos 13 anos de idade, tive um dia terrível.
Cheguei na escola um certo dia meio cansada, não queria falar com ninguém. Estava arredia, estranha. Sentei numa carteira lá no fundo, encostada na parede. Olhava para os meninos rindo e me perguntava o que tinha de tão engraçado naquilo tudo. Foquei um garoto. Melhor, tentei focar. A vista ficou embaçada, as extremidades da minha visão começaram a escurecer e comecei a ver estrelas. Pisquei. Olhei de novo e me senti tonta. O garoto falava mas a voz saía grave, lenta, longe... De repente, uma pontada na barriga. Me levantei, apoiando arduamente na mesa e me dirigi à professora, que tinha acabado de chegar. Minha pior professora. Ela não tinha amor nem por si própria, eu costumava dizer. Ela sempre pegava a prova dos alunos e criticava sem dó as questões que erravam, chegava mesmo a chamar de burro, incapaz, delinquente. Uma vez ela inventou de pegar a minha prova (a primeira da chamada), disse meu nome em voz alta e foi dizendo o que eu errei. Tentei levar aquilo na brincadeira, ria pra todo mundo, mas por dentro eu me via em cima dela, fazendo seus olhos saltarem da órbita de tanto que eu a enforcava. Pois bem, voltando ao dia fatídico. Disse com a voz fraca e trêmula praquela víbora que precisava ir ao banheiro, mas ela disse que não, que esperasse um pouco. Voltei ao meu lugar, tentei prestar atenção, mas não tinha forças nem pra abrir os olhos. Me levantei no meio da aula, atrapalhei mesmo, era questão de vida ou morte, e já chorando disse pra ela que estava passando mal. "Ué, guria?? Porque não foi logo então? Fica aí choramingando, ai, tô passando mal, aiaiai". Me imitava pra turma toda rir de mim. Não liguei, só virei as costas e bati a porta atrás de mim com toda a força que ainda me restava. Agarrei-me na parede, com as mãos abertas, puxando minhas pernas bambas com os braços segurando a parede o mais forte que podia. Meus joelhos já tocavam o chão, nunca achei que o banheiro ficasse tão longe, tão... longe... Senti que ia desmaiar. Já respirava com dificuldade e minha cabeça girava a mil por hora. Olhava o corredor com um mínimo de visão, tudo escurecendo, cheio de bolinhas brancas surgindo e sumindo a cada instante... Tão... longe... tão........ longe......
'Adriana???? O que foi? Meu Deus do céu, venha pra minha sala!' Era a coordenadora que vinha passando no corredor. Nem precisava dizer que estava passando mal, mas ainda assim balbuciei não lembro o quê. Colocou-me em uma cadeira na sua sala e me deu um biscoito de água e sal. Não quero, não quero... 'Coma!' Mordi. Primeira mordida e as bolinhas cessaram. Segunda mordida e a visão foi-se clareando. Quero mais! Olhei furtivamente pro pacotinho de biscoito em cima da mesa e ela entendeu. Pegou um copo com chá e me ofereceu, no que eu rapidamente engolí. Hummm, nunca havia comido nada igual! Já sorria e conversava com a coordenadora, enquanto ela ligava pros meus pais. 'O que você comeu hoje, Adriana?' Ué, leite e pão, porque? 'Acho que está anêmica, tem se alimentado direito?' Foi então que me lembrei da semana toda sem café da manhã e nem jantar, só um almocinho pingado que eu empurrava... Eu não sentia fome. De satisfeita a passar mal direto, sem fome. Aí achava que era outra coisa... Nunca pensei que fosse isso... Voltei pra casa nesse dia. Dormi e comi mais do que nunca na minha vida. Mas o legal mesmo foi ver pela janelinha a cara de tacho da professora olhando o carinha juntando as minhas coisas no meio da aula dela!
Cheguei na escola um certo dia meio cansada, não queria falar com ninguém. Estava arredia, estranha. Sentei numa carteira lá no fundo, encostada na parede. Olhava para os meninos rindo e me perguntava o que tinha de tão engraçado naquilo tudo. Foquei um garoto. Melhor, tentei focar. A vista ficou embaçada, as extremidades da minha visão começaram a escurecer e comecei a ver estrelas. Pisquei. Olhei de novo e me senti tonta. O garoto falava mas a voz saía grave, lenta, longe... De repente, uma pontada na barriga. Me levantei, apoiando arduamente na mesa e me dirigi à professora, que tinha acabado de chegar. Minha pior professora. Ela não tinha amor nem por si própria, eu costumava dizer. Ela sempre pegava a prova dos alunos e criticava sem dó as questões que erravam, chegava mesmo a chamar de burro, incapaz, delinquente. Uma vez ela inventou de pegar a minha prova (a primeira da chamada), disse meu nome em voz alta e foi dizendo o que eu errei. Tentei levar aquilo na brincadeira, ria pra todo mundo, mas por dentro eu me via em cima dela, fazendo seus olhos saltarem da órbita de tanto que eu a enforcava. Pois bem, voltando ao dia fatídico. Disse com a voz fraca e trêmula praquela víbora que precisava ir ao banheiro, mas ela disse que não, que esperasse um pouco. Voltei ao meu lugar, tentei prestar atenção, mas não tinha forças nem pra abrir os olhos. Me levantei no meio da aula, atrapalhei mesmo, era questão de vida ou morte, e já chorando disse pra ela que estava passando mal. "Ué, guria?? Porque não foi logo então? Fica aí choramingando, ai, tô passando mal, aiaiai". Me imitava pra turma toda rir de mim. Não liguei, só virei as costas e bati a porta atrás de mim com toda a força que ainda me restava. Agarrei-me na parede, com as mãos abertas, puxando minhas pernas bambas com os braços segurando a parede o mais forte que podia. Meus joelhos já tocavam o chão, nunca achei que o banheiro ficasse tão longe, tão... longe... Senti que ia desmaiar. Já respirava com dificuldade e minha cabeça girava a mil por hora. Olhava o corredor com um mínimo de visão, tudo escurecendo, cheio de bolinhas brancas surgindo e sumindo a cada instante... Tão... longe... tão........ longe......
'Adriana???? O que foi? Meu Deus do céu, venha pra minha sala!' Era a coordenadora que vinha passando no corredor. Nem precisava dizer que estava passando mal, mas ainda assim balbuciei não lembro o quê. Colocou-me em uma cadeira na sua sala e me deu um biscoito de água e sal. Não quero, não quero... 'Coma!' Mordi. Primeira mordida e as bolinhas cessaram. Segunda mordida e a visão foi-se clareando. Quero mais! Olhei furtivamente pro pacotinho de biscoito em cima da mesa e ela entendeu. Pegou um copo com chá e me ofereceu, no que eu rapidamente engolí. Hummm, nunca havia comido nada igual! Já sorria e conversava com a coordenadora, enquanto ela ligava pros meus pais. 'O que você comeu hoje, Adriana?' Ué, leite e pão, porque? 'Acho que está anêmica, tem se alimentado direito?' Foi então que me lembrei da semana toda sem café da manhã e nem jantar, só um almocinho pingado que eu empurrava... Eu não sentia fome. De satisfeita a passar mal direto, sem fome. Aí achava que era outra coisa... Nunca pensei que fosse isso... Voltei pra casa nesse dia. Dormi e comi mais do que nunca na minha vida. Mas o legal mesmo foi ver pela janelinha a cara de tacho da professora olhando o carinha juntando as minhas coisas no meio da aula dela!
terça-feira, 5 de maio de 2009
Você é assim, um sonho pra mim...
É com essa música dos tribalistas que eu me inspiro pra falar de você.
É assim que me sinto quando estou com você!
Me sinto nas nuvens, plenamente feliz e não me canso de dizer que eu amo você.
3 anos de namoro e ainda me sinto uma menininha assustada perto da grandeza da magia que nos contorna. Porque é isso mesmo, uma mágica. Parece que o mundo se colore, os passarinhos cantam mais alegres, toda a maldade do mundo desaparece.
Amo você, meu bebezinho! Feliz 3 anos de namoro!
Velha infância - Tribalistas
Você é assim
Um sonho pra mim
E quando eu não te vejo
Eu penso em você
Desde o amanhecer
Até quando eu me deito
Eu gosto de você
E gosto de ficar com você
Meu riso é tão feliz contigo
O meu melhor amigo é o meu amor
(...)
Agora deixa eu ir me encontrar com ele... Bye!
É assim que me sinto quando estou com você!
Me sinto nas nuvens, plenamente feliz e não me canso de dizer que eu amo você.
3 anos de namoro e ainda me sinto uma menininha assustada perto da grandeza da magia que nos contorna. Porque é isso mesmo, uma mágica. Parece que o mundo se colore, os passarinhos cantam mais alegres, toda a maldade do mundo desaparece.
Amo você, meu bebezinho! Feliz 3 anos de namoro!
Velha infância - Tribalistas
Você é assim
Um sonho pra mim
E quando eu não te vejo
Eu penso em você
Desde o amanhecer
Até quando eu me deito
Eu gosto de você
E gosto de ficar com você
Meu riso é tão feliz contigo
O meu melhor amigo é o meu amor
(...)
Agora deixa eu ir me encontrar com ele... Bye!
quinta-feira, 30 de abril de 2009
Um pouco de mim
Nasci tão magrinha que minha mãe me enrolava dos pés até o pescoço num cobertozinho, apesar de ser super saudável
Nunca gostei de comer. Minha mãe precisava tirar o leite dos seios e por na mamadeira e meu pai enfiava o polegar dentro da minha boca até eu engolir toda a comida estufada nas bochechas
Sempre tive coisas do Cebolinha ou na cor verde, porque a minha irmã mais velha chorava que queria assim. Ela ficava com as coisas da Mônica, tudo vermelhinho.
Queria ter um quarto todo rosa e uma casinha de bonecas. Só agora, depois de adulta tenho meu quarto rosa e detesto (Calma, quarto novo em fase de aquisição)
Demorei muito para aprender a andar, mas contam que um belo dia eu levantei e saí andando como um adulto, sem tropeçar e desequilibrar
Também demorei para aprender a ler. Aprendi no tijolão (HOHOHO!)
Não me prendia a coisas de menina. Gostava mais de carrinhos do que da Barbie
Brincava muito mais com os meninos do que com as meninas. Eles sim sabiam ser divertidos
Conheci muitas pessoas que até hoje me lembro, mas que nunca mais vi, saudade...
Tinha uma amiga incrivelmente linda no ensino fundamental que vivia correndo atrás de um feioso que não queria nada com ela (vai entender...)
Nessa mesma época gostei de um garotinho. Anos depois descobri que eu havia crescido e ele não. (Da altura da minha cintura, huhuhuh, coisa boa)
Tive vários amores platônicos, até com o príncipe William da Inglaterra. (Depois descobri que nunca estive apaixonada realmente, até conhecer um certo alguém)
Morri de medo quando minha mãe quis por tudo no mundo que eu interpretasse Flash Dance no festival da escola e vibrei de alegria quando não conseguiu
Já abriram meu diário e quando vi várias pessoas estavam rindo das coisas escritas. Terrível a vergonha que senti
Já usei óculos de fundo de garrafa, cabelos presos e roupas folgadas por muito tempo
Nessa época fui chamada até de franguinho assado (não conta, sua doida!)
Aos 13 anos subi num palco pela primeira vez. Cantava num coral na sala Villa-Lobos!
Aos 14 anos, mudei. Joguei os óculos fora e entrei numa agência de modelos
Aos 14, saí da natação e da ginástica olímpica para entrar na Escola de Música de Brasília
Aos 15, fui fotografada por Fernando Torquatto (meu presente de debutante??)
Desfilei várias vezes, pena que nada importante
Na escola, estranharam a mudança, passaram a me olhar, me notar
Na escola de música de brasília, conheci as pessoas mais legais e humildes da minha vida
Fiz várias apresentações de violino, mas saí da escola de música um semestre antes do meu concerto de formatura
Saí porque um professor maestro meu um dia me olhou e do nada me disse: "Adriana, não se esforce demais. Você está cansada. Elimine o que não for essencial agora". Encarei aquilo como um aviso de Deus.
Por falar nisso, já ouvi a voz de Deus. De verdade. Antes ouvia, mas foi num acampamento da igreja que aprendi a atender e entender quando Ele chama. É a melhor coisa da vida...
Já fiquei vermelha com três declarações de amor. Mas foi através de uma amiga que conheci e me apaixonei por alguém pela primeira vez.
Já vivi uma época de muita alegria, em que tudo dava certo. Aproveitei bastante, mas quero que volte!
A pior época da minha vida foi recentemente. Envolveu um acidente e dois assédios. Por isso acham que mudei muito.
A partir de então, passei a me perguntar qual o sentido da vida. Busquei religião e livros sobre tudo para obter resposta. Recentemente descobri a Logosofia, mas foi hoje, sozinha, que me ocorreu que não é a vida que nos dá um sentido, mas o contrário, a gente que tem que dar um sentido pra vida, fazer e acontecer para fazer a diferença no mundo.
Participo das ONGs Voluntários On Line, WWFBrasil, Gapac e Gente Nova. Amei o km de brinquedos!
Tenho três irmãs, meus pais são casados, tive um avô que não conheci e outro que adorava mas não me lembro dele, duas avós por parte de mãe que já morreram e uma por parte de pai que é minha ídola. Tenho 11 primos por parte de pai, sendo que só três são homens. Por parte de mãe eu não sei, heheeh, temos descoberto primos novos uma semana atrás da outra, um mistério!
Sou uma amante inveterada das artes. Amo pintar e desenhar desde pequena, adoro saber mais de música do que a maioria das pessoas, amooo escrever (acho que já notaram) e sempre quis ter aulas de teatro. (Calma que chego lá). Quando dizia que queria me formar em música, várias vezes já riram na minha cara.
Escolhi então a computação. Foi aí que descobri uma nova paixão. Uma maneira de ajudar as pessoas que precisam e uma maneira de me realizar. Descobri que gosto de computação gráfica, quero fazer curta-metragens e jogos de computador!
Mas não desisti das artes. Tenho um projeto para criar (ou não) uma ong de fazer musicais com minha antiga maestrina. Ensinaríamos adolescentes carentes a tocar um instrumento ou a cantar e interpretar e levaríamos as apresentações ao lugares mais humildes, onde o conhecimento das artes fosse escasso.
Além desse, tenho outros projetos. Estou escrevendo um livro, tenho umas idéias de um compositor de músicas e muitos outros.
Descobri que adoro economia e estou estudando pra aplicar na Bolsa de Valores
Descobri também que adoro administração e pretendo ainda me formar nisso, assim como em música.
Estou tentando ser feliz, apesar de ser a pessoa mais preguiçosa e bagunceira que conheço. Acordo todos os dias de manhã querendo fazer tudo e me arrependo à noite por não ter feito nada.
Bom, não tem como conhecer tudo de uma pessoa complicada como eu, mas taí um 'resuminho'...
Nunca gostei de comer. Minha mãe precisava tirar o leite dos seios e por na mamadeira e meu pai enfiava o polegar dentro da minha boca até eu engolir toda a comida estufada nas bochechas
Sempre tive coisas do Cebolinha ou na cor verde, porque a minha irmã mais velha chorava que queria assim. Ela ficava com as coisas da Mônica, tudo vermelhinho.
Queria ter um quarto todo rosa e uma casinha de bonecas. Só agora, depois de adulta tenho meu quarto rosa e detesto (Calma, quarto novo em fase de aquisição)
Demorei muito para aprender a andar, mas contam que um belo dia eu levantei e saí andando como um adulto, sem tropeçar e desequilibrar
Também demorei para aprender a ler. Aprendi no tijolão (HOHOHO!)
Não me prendia a coisas de menina. Gostava mais de carrinhos do que da Barbie
Brincava muito mais com os meninos do que com as meninas. Eles sim sabiam ser divertidos
Conheci muitas pessoas que até hoje me lembro, mas que nunca mais vi, saudade...
Tinha uma amiga incrivelmente linda no ensino fundamental que vivia correndo atrás de um feioso que não queria nada com ela (vai entender...)
Nessa mesma época gostei de um garotinho. Anos depois descobri que eu havia crescido e ele não. (Da altura da minha cintura, huhuhuh, coisa boa)
Tive vários amores platônicos, até com o príncipe William da Inglaterra. (Depois descobri que nunca estive apaixonada realmente, até conhecer um certo alguém)
Morri de medo quando minha mãe quis por tudo no mundo que eu interpretasse Flash Dance no festival da escola e vibrei de alegria quando não conseguiu
Já abriram meu diário e quando vi várias pessoas estavam rindo das coisas escritas. Terrível a vergonha que senti
Já usei óculos de fundo de garrafa, cabelos presos e roupas folgadas por muito tempo
Nessa época fui chamada até de franguinho assado (não conta, sua doida!)
Aos 13 anos subi num palco pela primeira vez. Cantava num coral na sala Villa-Lobos!
Aos 14 anos, mudei. Joguei os óculos fora e entrei numa agência de modelos
Aos 14, saí da natação e da ginástica olímpica para entrar na Escola de Música de Brasília
Aos 15, fui fotografada por Fernando Torquatto (meu presente de debutante??)
Desfilei várias vezes, pena que nada importante
Na escola, estranharam a mudança, passaram a me olhar, me notar
Na escola de música de brasília, conheci as pessoas mais legais e humildes da minha vida
Fiz várias apresentações de violino, mas saí da escola de música um semestre antes do meu concerto de formatura
Saí porque um professor maestro meu um dia me olhou e do nada me disse: "Adriana, não se esforce demais. Você está cansada. Elimine o que não for essencial agora". Encarei aquilo como um aviso de Deus.
Por falar nisso, já ouvi a voz de Deus. De verdade. Antes ouvia, mas foi num acampamento da igreja que aprendi a atender e entender quando Ele chama. É a melhor coisa da vida...
Já fiquei vermelha com três declarações de amor. Mas foi através de uma amiga que conheci e me apaixonei por alguém pela primeira vez.
Já vivi uma época de muita alegria, em que tudo dava certo. Aproveitei bastante, mas quero que volte!
A pior época da minha vida foi recentemente. Envolveu um acidente e dois assédios. Por isso acham que mudei muito.
A partir de então, passei a me perguntar qual o sentido da vida. Busquei religião e livros sobre tudo para obter resposta. Recentemente descobri a Logosofia, mas foi hoje, sozinha, que me ocorreu que não é a vida que nos dá um sentido, mas o contrário, a gente que tem que dar um sentido pra vida, fazer e acontecer para fazer a diferença no mundo.
Participo das ONGs Voluntários On Line, WWFBrasil, Gapac e Gente Nova. Amei o km de brinquedos!
Tenho três irmãs, meus pais são casados, tive um avô que não conheci e outro que adorava mas não me lembro dele, duas avós por parte de mãe que já morreram e uma por parte de pai que é minha ídola. Tenho 11 primos por parte de pai, sendo que só três são homens. Por parte de mãe eu não sei, heheeh, temos descoberto primos novos uma semana atrás da outra, um mistério!
Sou uma amante inveterada das artes. Amo pintar e desenhar desde pequena, adoro saber mais de música do que a maioria das pessoas, amooo escrever (acho que já notaram) e sempre quis ter aulas de teatro. (Calma que chego lá). Quando dizia que queria me formar em música, várias vezes já riram na minha cara.
Escolhi então a computação. Foi aí que descobri uma nova paixão. Uma maneira de ajudar as pessoas que precisam e uma maneira de me realizar. Descobri que gosto de computação gráfica, quero fazer curta-metragens e jogos de computador!
Mas não desisti das artes. Tenho um projeto para criar (ou não) uma ong de fazer musicais com minha antiga maestrina. Ensinaríamos adolescentes carentes a tocar um instrumento ou a cantar e interpretar e levaríamos as apresentações ao lugares mais humildes, onde o conhecimento das artes fosse escasso.
Além desse, tenho outros projetos. Estou escrevendo um livro, tenho umas idéias de um compositor de músicas e muitos outros.
Descobri que adoro economia e estou estudando pra aplicar na Bolsa de Valores
Descobri também que adoro administração e pretendo ainda me formar nisso, assim como em música.
Estou tentando ser feliz, apesar de ser a pessoa mais preguiçosa e bagunceira que conheço. Acordo todos os dias de manhã querendo fazer tudo e me arrependo à noite por não ter feito nada.
Bom, não tem como conhecer tudo de uma pessoa complicada como eu, mas taí um 'resuminho'...
segunda-feira, 13 de abril de 2009
Voar! (??)
Essas duas noites foram tão intensas...
Sonhei profundamente e, não sei porque, sinto que são sinais ou alguma outra forma de me avisar sobre meu futuro. De sábado para domingo eu sonhei que estava de volta ao trabalho, no TST, e tinham reservado uma sala só para mim, com mesa, computador, livros para pesquisa e funcionários à minha disposição, para que eu pudesse produzir no que quisesse e ainda seria remunerada pra isso. Feliz da vida, sentei-me atrás da mesa, olhei pro computador e me veio um vazio. O que eu faço?? Desenvolvo um site? Escrevo um livro? Publico fotos? Produzo um musical? Desenvolvo um compositor de músicas? O que?? Desesperei. Tantas coisas que quero fazer, brigo por fazer e quando finalmente me dão a chance de fazê-lo, não sei nem como começá-lo. Às vezes as pessoas são assim. Querem ser livres, mas não sabem o que fazer com a liberdade. Me vi no céu sem chão nem asas. Assustador.
De domingo para segunda (hoje), sonhei que era convidada para substituir uma backing vocal de uma banda famosa (até algumas horas atrás lembrava até como cantar a música) e o público gostou tanto que me tornei a vocalista oficial. Assustador também, por incrível que pareça. A idéia de ter o público te idolatrando parece maravilhosa, mas todo mundo sabe que a fama tem seu preço. Sua carreira crescendo rápido, os fãs gritando, chorando de emoção...
Sei lá. Sempre quis voar, mas agora descobri que tenho medo.
Sonhei profundamente e, não sei porque, sinto que são sinais ou alguma outra forma de me avisar sobre meu futuro. De sábado para domingo eu sonhei que estava de volta ao trabalho, no TST, e tinham reservado uma sala só para mim, com mesa, computador, livros para pesquisa e funcionários à minha disposição, para que eu pudesse produzir no que quisesse e ainda seria remunerada pra isso. Feliz da vida, sentei-me atrás da mesa, olhei pro computador e me veio um vazio. O que eu faço?? Desenvolvo um site? Escrevo um livro? Publico fotos? Produzo um musical? Desenvolvo um compositor de músicas? O que?? Desesperei. Tantas coisas que quero fazer, brigo por fazer e quando finalmente me dão a chance de fazê-lo, não sei nem como começá-lo. Às vezes as pessoas são assim. Querem ser livres, mas não sabem o que fazer com a liberdade. Me vi no céu sem chão nem asas. Assustador.
De domingo para segunda (hoje), sonhei que era convidada para substituir uma backing vocal de uma banda famosa (até algumas horas atrás lembrava até como cantar a música) e o público gostou tanto que me tornei a vocalista oficial. Assustador também, por incrível que pareça. A idéia de ter o público te idolatrando parece maravilhosa, mas todo mundo sabe que a fama tem seu preço. Sua carreira crescendo rápido, os fãs gritando, chorando de emoção...
Sei lá. Sempre quis voar, mas agora descobri que tenho medo.
quarta-feira, 8 de abril de 2009
Nova fase
Olá Pessoal!
Estou passando por uma fase apertada, de final de curso e início de um novo trabalho, então tudo é uma correria. Mas, apesar de tudo isso, não queria me esquecer desse blog. É a minha maneira de me expressar e de manter contatos com vocês. Por isso queria pedir imensamente que 'seguissem' o blog e/ou que assinem o feed, pois estarei atualizando sempre e espero que de modo que agrade a vocês. Coloquei também uma enquete para que vocês respondam com carinho, mas deixo aberto para mais sugestões. Comentem, por favor, isso é muito importante para mim, sinto-me mais motivada e posso ter um feed-back maior. Quero que gostem do blog, quero falar de tudo, porque eu gosto de tudo. Posts sobre música, computação, economia, voluntariado, desastres, política... Enfim, gostaria de fazer algo leve de ler, que agrade a você, meu leitor. Expresse sua opinião, estamos aqui pra isso, né não??
Comenta, comentaaa
sexta-feira, 3 de abril de 2009
=(
Eu tenho escrevido demais sobre coisas ruins. Sobre as dúvidas que pairam a mente de um ser que sempre se pergunta qual o sentido da vida, porque o céu é azul, será que Deus é homem ou mulher...? Queria poder parar. Parar de pensar, parar pra pensar no que realmente interessa. Mas... o que me interessa? Eu não sei... Ainda. Estou quase lá, me procurando até me encontrar.
Queria contar sobre meu primeiro dia do primeiro trabalho. É, por incrível que pareça, comecei a trabalhar mesmo em novembro do ano passado. Acordei 6h30 da manhã, já entendiada de ficar deitada (isso não é nada normal no meu caso!). Esperei por um ônibus mesmo pra testar o horário que eu deveria fazer todos os dias. Entrei no ônibus, assustada, cheia de livros nos braços, lembrando das aulas à noite, uma mochilona nas costas e uma bolsinha a tira-colo. Sentei-me na cadeira da frente, pra que a cobradora pudesse me avisar quando descer. Não tinha a mínima idéia! Então, o motorista deu uma super guinada pra esquerda, fazendo uma curva. Não tive apoio. As mãos cheias de coisas, assim como o colo, a falta de um banco na minha frente e a falta de atenção contribuíram para uma única coisa: eu sofrer a inércia e me estatelar no chão! Eu olhei pros lados rapidamente, procurando uma forma de se segurar, mas meu nariz estava prestes a 'beijar' - se é que nariz beija - o banco do vizinho da direita. Não sabia se fechava os olhos ou se os abria mais, só conseguia pensar na dor que eu sentiria depois daquilo tudo, mas então notei uma coisa: eu estava imóvel. O tempo parou? Como eu parei numa posição totalmente contra as leis da física? Senti uma dor no braço. Uma mão trêmula o agarrava forte e gentilmente. Me puxou de volta ao meu banco e agradeci, pensando no tamanho do reflexo ultra-rápido que esse homem teve. Caramba, por isso ele ainda tremia. Eu ainda tremia.
Ultimamente não tenho tido os melhores dos meus dias. No sábado antes do carnaval morreu uma pessoa querida. Não falava muito com ele, mas já gostava bastante dele. Ele praticava marcha atlética e sofria de leucemia. Tinha acabado de entrar no curso de educação física e ganhado um patrocínio para competir fora do país. Treinava todos os dias no parque da cidade e vocês devem ter ouvido falar de um rapaz que morreu na piscina da cobertura do prédio dos seus tios no sudoeste. Fui no enterro. Minhas primas choravam aos prantos a sua morte e a imprensa não dava a mínima pra isso. A imprensa... Às vezes irrita tanta vontade de noticiar as coisas, principalmente desgraças. Rafael superou a leucemia, venceu milhares de competições e morreu de apnéia. Apnéia?! Pois é, acreditem quando a mamãe disser pra não prender a respiração debaixo d'água tentando ver quanto tempo aguenta. Bem que minha prima citou: Deus viu a alma boa que ele era e tratou de levá-lo pra pertinho de si.
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
Meninos? Eca!
Toda essa história do til me fez lembrar do meu primeiro dia de aula, do 2º grau.
Desci do carro e pus a caminhar em direção ao portão de entrada, compenetrada, imaginando quem das minhas amigas estaria na mesma turma que eu. De repente, um loiro, alto, lindo me chamou a atenção. E notei que também chamei a atenção dele. Seus olhos azuis vieram de encontro aos meus - simples - olhos castanhos claros: conheço esse cara... "ADRIANA!!" Esse menino gritou tão alto, que eu só podia ter mesmo voltado todo o meu passado, até a terceira série, quando tinha apenas nove anos de idade.
Veio à minha mente a imagem de um garoto gordinho, metido, baixinho, com brinquinho na orelha e cheio de anéis na maioria dos dedos. Mal falava comigo, só enchia o saco... Um dia, fui tirar uma dúvida com a 'tia' e me apoiei na mesa dela, de costas pra turma. Esse gordim chegou e sussurou no meu ouvido: "Eu estou querendo copiar a matéria do quadro, sai da frente, guria" Eu olhei pra ele com uma cara de desdém, mandei ele ir se catar. Ele voltou e falou: "Vou contar até dez. Sai daí senão vou abaixar suas calças aqui mesmo!" Dei um 'pedala robinho' nele. Eita goroto enxerido! Duvido que ele faça uma coisa dessas em uma mulher, não é doido!
Putz, que vergonha! O imbecil abaixou mesmo minhas calças!! Ah, agora você vai ver, seu gordo! Fi duma égua! Ainda deu tempo de meter um chute na bunda dele antes da professora ver... Fala sério, ainda bem que ninguém viu minha bunda!
Hehehe! Agora aquele garoto estava ali, bem na minha frente, me fazendo pagar vexa de novo. 5 anos depois de eu ter olhado pra cara dele pela última vez e eu só estava feliz de ver um rosto novo e ao mesmo tempo familiar! "Andou malhando, hein? Seu gordinho!" Hoje ele é como um irmão pra mim...
Ah, nada como perdoar o nosso passado...
Desci do carro e pus a caminhar em direção ao portão de entrada, compenetrada, imaginando quem das minhas amigas estaria na mesma turma que eu. De repente, um loiro, alto, lindo me chamou a atenção. E notei que também chamei a atenção dele. Seus olhos azuis vieram de encontro aos meus - simples - olhos castanhos claros: conheço esse cara... "ADRIANA!!" Esse menino gritou tão alto, que eu só podia ter mesmo voltado todo o meu passado, até a terceira série, quando tinha apenas nove anos de idade.
Veio à minha mente a imagem de um garoto gordinho, metido, baixinho, com brinquinho na orelha e cheio de anéis na maioria dos dedos. Mal falava comigo, só enchia o saco... Um dia, fui tirar uma dúvida com a 'tia' e me apoiei na mesa dela, de costas pra turma. Esse gordim chegou e sussurou no meu ouvido: "Eu estou querendo copiar a matéria do quadro, sai da frente, guria" Eu olhei pra ele com uma cara de desdém, mandei ele ir se catar. Ele voltou e falou: "Vou contar até dez. Sai daí senão vou abaixar suas calças aqui mesmo!" Dei um 'pedala robinho' nele. Eita goroto enxerido! Duvido que ele faça uma coisa dessas em uma mulher, não é doido!
Putz, que vergonha! O imbecil abaixou mesmo minhas calças!! Ah, agora você vai ver, seu gordo! Fi duma égua! Ainda deu tempo de meter um chute na bunda dele antes da professora ver... Fala sério, ainda bem que ninguém viu minha bunda!
Hehehe! Agora aquele garoto estava ali, bem na minha frente, me fazendo pagar vexa de novo. 5 anos depois de eu ter olhado pra cara dele pela última vez e eu só estava feliz de ver um rosto novo e ao mesmo tempo familiar! "Andou malhando, hein? Seu gordinho!" Hoje ele é como um irmão pra mim...
Ah, nada como perdoar o nosso passado...
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Til
Acho que crianças tem duas opções: Ser inteligente e observadora, quieta e paciente, ou querer parecer inteligente mas dar a certeza para todos à sua volta de que é tristemente burra e precipitada.
Já tive esses dois momentos em diferentes fases da minha infância...
Lembro-me estranhamente do dia escolar mais feliz da minha infância: quando aprendi o nomes dos acentos, como e onde colocá-los nas palavras, na aula de português. Eu via aquilo tudo com tamanho interesse! Minha irmã havia me ensinado antes a usá-los e isso me dava uma vantagem absurda e gostosa sobre meus colegas. Aquilo realmente me divertia. Tanto quanto como depois nas aulas de báskara e de lógica na faculdade. Heheheh, coisas de nerd...
A professora falava: "Todo mundo falando: tiiiil" e a turma se perguntava: "Tio? Mas tio não é o irmão do papai?" Não, til é com t-i-l, til. É aquela minhoquinha que a gente põe em cima do 'a' e do 'o' para dar um som anasalado, como ã e õ (nessa hora a 'tia' fechava o nariz comicamente)!
Eis que de repente, um moleque me olha com um olhar pentelho, aperta os olhinhos e sorri malicioso pra mim. Eeepa, o que esse imbecil pensa que vai fazer? Olha pra mim, olha pra professora, olha pra mesa da professora. Pegou uma caneta. Me preparei para levantar. Ele balbucia, sussurra: "Adriana precisa de til, acho q tá faltando til na chamada!" e levanta em retirada atrás da chamada na mesa da professora. Levantei e dei um empurrão nele, levei uma canetada na cara, puxei seus cabelos e me vi despenteada. "Meu nome não tem til, seu imbecil!" (nossa até rimou!) Era como se eu estivesse defendendo a honra da minha família naquele momento, aquele garoto não ia se atrever a colocar um til sequer no meu nome na chamada! Entre gritos nossos e risadas da turma toda, a professora se vira e dá de cara com a cena: nós dois atracados no chão, brigando por causa de um acento! Ela finalmente fez a briga cessar e explica pro chatonildo que nem tudo precisa de til e o garoto senta na sua cadeira atencioso, com a sua carinha de anjinho de que só agora está entendendo a lição do dia.
"Garotos, bah!" Virei pro lado, com a sensação de dever cumprido...
Já tive esses dois momentos em diferentes fases da minha infância...
Lembro-me estranhamente do dia escolar mais feliz da minha infância: quando aprendi o nomes dos acentos, como e onde colocá-los nas palavras, na aula de português. Eu via aquilo tudo com tamanho interesse! Minha irmã havia me ensinado antes a usá-los e isso me dava uma vantagem absurda e gostosa sobre meus colegas. Aquilo realmente me divertia. Tanto quanto como depois nas aulas de báskara e de lógica na faculdade. Heheheh, coisas de nerd...
A professora falava: "Todo mundo falando: tiiiil" e a turma se perguntava: "Tio? Mas tio não é o irmão do papai?" Não, til é com t-i-l, til. É aquela minhoquinha que a gente põe em cima do 'a' e do 'o' para dar um som anasalado, como ã e õ (nessa hora a 'tia' fechava o nariz comicamente)!
Eis que de repente, um moleque me olha com um olhar pentelho, aperta os olhinhos e sorri malicioso pra mim. Eeepa, o que esse imbecil pensa que vai fazer? Olha pra mim, olha pra professora, olha pra mesa da professora. Pegou uma caneta. Me preparei para levantar. Ele balbucia, sussurra: "Adriana precisa de til, acho q tá faltando til na chamada!" e levanta em retirada atrás da chamada na mesa da professora. Levantei e dei um empurrão nele, levei uma canetada na cara, puxei seus cabelos e me vi despenteada. "Meu nome não tem til, seu imbecil!" (nossa até rimou!) Era como se eu estivesse defendendo a honra da minha família naquele momento, aquele garoto não ia se atrever a colocar um til sequer no meu nome na chamada! Entre gritos nossos e risadas da turma toda, a professora se vira e dá de cara com a cena: nós dois atracados no chão, brigando por causa de um acento! Ela finalmente fez a briga cessar e explica pro chatonildo que nem tudo precisa de til e o garoto senta na sua cadeira atencioso, com a sua carinha de anjinho de que só agora está entendendo a lição do dia.
"Garotos, bah!" Virei pro lado, com a sensação de dever cumprido...
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
I'm yours
Você curte soul?
Curte variados como jazz, blues?
Adora uma bela voz masculina cantando baixinho, intimista, falando de amor só pra você?
Procura se identificar com a letra da música e a melodia?
De vez em quando acha que a pessoa que fez a música fez pensando em você?
Pois então, a minha é essa. Cara, quando escuto me emociono tanto que sinto vontade de chorar (que vergonha... tsc, tsc, tsc...)
Essa música me faz pensar em ir pras praias do Havaí, tomar água de côco, com uma minissaia leve, uma sadalinha de dedo, óculos escuros, uma blusinha e um daqueles chapéus, deitar na rede ou entrar no mar, sem pensar em tempo, trabalho ou estudo (muito menos dinheiro), com o homem que me faça a mulher mais feliz do mundo!
Você quer me conhecer? Escute essa música...
Conte qual a sua? Quero te conhecer também!!!
I'm yours - Jason Mraz
Well you done done me and you bet i felt it
I tried to be chill but you were so hot that i melted
I fell right through the cracks and i'm trying to get back
Before the cool done run out I'll be giving it my bestest
Nothin's gonna stop me but divine intervention
I reckon its again my turn to win some or learn some
I won't hesitate no more, no more
it cannot wait, i'm yours
Well open up your mind and see like me
Open up your plans and damn you're free
Look into your heart and you'll find love love love
Listen to the music of the moment maybe sing with me
I like peaceful melody
Its your godforsaken right to be loved love loved love love
So i won't hesitate no more, no more
It cannot wait i'm sure
There's no need to complicate
Our time is short
This is our fate, i'm yours
I've been spending way too long checking my tongue in the mirror
And bendin' over backwards just to try to see it clearer
My breath fogged up the glass
So i drew a new face and laughed
I guess what i'm sayin is there ain't no better reason
To rid yourself of vanity and just go with the seasons
Its what we aim to do
Our name is our virtue
I won't hesitate no more, no more
it cannot wait i'm sure
There's no need to complicate
Our time is short
It cannot wait, i'm yours
I won't hesitate no more, no more
it cannot wait i'm sure
Theres no need to complicate
Our time is short
It cannot wait, i'm yours
Well open up your mind and see like me
Open up your plans and damn you're free
Look into your heart and you'll find love love love
Listen to the music of the moment come 'n dance with me
I love one big family
Its your godforsaken right to be loved love loved
Well open up your mind and see like me
Open up your plans and damn you're free
Look into your heart and you'll find love love love
Listen to the music of the moment come 'n dance with me
I like happy melody
Its our godforsaken right to be loved love loved love
Curte variados como jazz, blues?
Adora uma bela voz masculina cantando baixinho, intimista, falando de amor só pra você?
Procura se identificar com a letra da música e a melodia?
De vez em quando acha que a pessoa que fez a música fez pensando em você?
Pois então, a minha é essa. Cara, quando escuto me emociono tanto que sinto vontade de chorar (que vergonha... tsc, tsc, tsc...)
Essa música me faz pensar em ir pras praias do Havaí, tomar água de côco, com uma minissaia leve, uma sadalinha de dedo, óculos escuros, uma blusinha e um daqueles chapéus, deitar na rede ou entrar no mar, sem pensar em tempo, trabalho ou estudo (muito menos dinheiro), com o homem que me faça a mulher mais feliz do mundo!
Você quer me conhecer? Escute essa música...
Conte qual a sua? Quero te conhecer também!!!
I'm yours - Jason Mraz
Well you done done me and you bet i felt it
I tried to be chill but you were so hot that i melted
I fell right through the cracks and i'm trying to get back
Before the cool done run out I'll be giving it my bestest
Nothin's gonna stop me but divine intervention
I reckon its again my turn to win some or learn some
I won't hesitate no more, no more
it cannot wait, i'm yours
Well open up your mind and see like me
Open up your plans and damn you're free
Look into your heart and you'll find love love love
Listen to the music of the moment maybe sing with me
I like peaceful melody
Its your godforsaken right to be loved love loved love love
So i won't hesitate no more, no more
It cannot wait i'm sure
There's no need to complicate
Our time is short
This is our fate, i'm yours
I've been spending way too long checking my tongue in the mirror
And bendin' over backwards just to try to see it clearer
My breath fogged up the glass
So i drew a new face and laughed
I guess what i'm sayin is there ain't no better reason
To rid yourself of vanity and just go with the seasons
Its what we aim to do
Our name is our virtue
I won't hesitate no more, no more
it cannot wait i'm sure
There's no need to complicate
Our time is short
It cannot wait, i'm yours
I won't hesitate no more, no more
it cannot wait i'm sure
Theres no need to complicate
Our time is short
It cannot wait, i'm yours
Well open up your mind and see like me
Open up your plans and damn you're free
Look into your heart and you'll find love love love
Listen to the music of the moment come 'n dance with me
I love one big family
Its your godforsaken right to be loved love loved
Well open up your mind and see like me
Open up your plans and damn you're free
Look into your heart and you'll find love love love
Listen to the music of the moment come 'n dance with me
I like happy melody
Its our godforsaken right to be loved love loved love
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