Este ano eu só tive bons acontecimentos...
Por este ano, eu só tenho a agradecer a Deus...
Não dizem que a festa de Reveillón serve também, para muitas pessoas, como reflexão do ano que passou e desejos para o ano que se inicia?
Em 2008 eu me aproximei mais de Deus. Muito, muito mais. No início do ano eu me vi bem pertinho dele, aconchegada em seu colo, confortável e sem preocupações como eu sempre sonhei. Foi tão bom! Minha primeira comunhão foi aos 12 anos, minha crisma aos 17, mas ainda assim eu não estava perto de Deus. Eu queria saber mais sobre Ele, eu queria me sentir perto dele, queria ser "unha e carne" com Ele. E o início do ano foi bom por isso. E esse início de ano bom deixou todo o resto bom também.
Ano passado não fiz projetos para esse ano, por isso mesmo não posso dizer que nenhum se realizou. Deixei rolar. Deixei a vida me levar. Acho mesmo que por isso não me decepcionei com nada. Procurei melhorar o que eu já vinha fazendo, era o que eu precisava. Me tornar boa, me destacar em tudo que eu faço. Não queria mais "empurrar com a barriga", queria fazer e acontecer, me aplicar e dar a devida atenção a tudo no meu dia-a-dia, pra que tudo pudesse valer a pena. Acho que funcionou. Claro que toda guerra tem seus altos e baixos. Me decepcionei algumas vezes, pensei em desistir em outras, me estressei demais quase todos os dias e me senti esmurecer todas as noites. Mas ainda assim eu fui feliz. Porque no fim tudo valeu a pena e hoje eu lembro do ano que passou com um gostinho bom, mas com vontade de quero mais!
Já pro ano que vem, 2009, eu fiz muitos planos. Não quero atrair mau agouro (se é que isso existe), mas os anos ímpares tem me decepcionado muito sabe, de chorar muito porque alguma coisa foi muito ruim mesmo? Isso desde 2001... E 2009 já está prometendo, sem nem ao menos ter começado... Mas os meus planos me dizem que tudo vai dar certo, apesar de que o que está por vir não depende nada de mim. Só de Deus! E eu apelo pra Ele neste momento! Pai, por favor, em nome de Jesus, faça o que for melhor para todos nós!
Bom é isso. Estou quase me formando na facul com notas que (agora) estão excelentes, meu namoro com o Ric só melhora a cada dia, estou cada vez mais próxima da minha família e finalmente passei em dois concursos e comecei a trabalhar numa fábrica de softwares! Exatamente com quis! Obrigada Deus! Obrigada a você que pensou em mim em algum momento deste longo ano pedindo pra que tudo saísse bem e peço que nesse ano reze por mim, sim? A barra vai ser pesada, mas sei que consigo! Eu rezei muito por todos os meus amigos, pensei em todos e em cada um com todo o carinho, pedindo para que realizasse todos os seus sonhos! E não pense que você, caro leitor, meu amigo que se preocupa em saber o que se passa na minha cabeça maluca ficou fora dessas preces. Não mesmo! Penso sempre em todo mundo, desde o Arco-Íris do meu maternalzinho passando por Thomas Jefferson, Objetivo, Nda, Alub, Ceub, minhas famílias, Escola de Música, Dom Bosco (as aulas de natação e ginástica olímpica!), musculação no Sesc, minha fisioterapeuta (Luciana! que cuidou de mim por 10 longuíssimas e duras sessões), a Loja do meu pai, Accenture e é claro meus amigos! Obrigada Pai, por todos que passaram por minha vida, eu sei que não foi em vão!
quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
"Um amor particularmente platônico
Felicidade era o nome dela. Apaixonei-me já na primeira vez que a vislumbrei. Aconteceu de repente, ela passou rapidamente e ainda tentei parar o mundo naquele instante, mas não foi o bastante, e ela fugiu. Perguntei se alguém viu, se anotaram a placa, se ela deixou alguma pista, mas nada, nenhuma vista. A não ser a minha. Só eu tive um lampejo de Felicidade, só eu enxerguei aquela mulher maravilhosa aparecer ali, do nada, apenas para mim. Mas também só eu a vi desaparecer ali tão facilmente depois de enfeitiçar um coração inocente. Então saí procurando aquela imagem em todos os sentidos: norte, sul, leste, oeste; noites e dias; praças, ruas, feiras e padarias; fui nos shoppings, fui nos bares, nas igrejas e nos mares; busquei os campos, tentei em todos os cantos; desci a Salvador, rodei o país inteiro atrás de meu amor; andei tudo, vasculhei tanto, e quando lugar nenhum era mais distante, e quando nem o mundo era mais tão grande, e quando não havia mais onde pisar, acabei parando no último andar, um último destino, uma casa abandonada. E sem pensar em mais nada, deitei para uma cochilada. Da janela vinha o brilho da lua, aquela luz que não é sua, mas reflete o seu olhar. E a dor que deu no peito, ao constatar não ter mais jeito, me foi interrompida por uma sombra, uma sombra de mulher. Mesmo sem enxergá-la direito, agarrei-me aos seus pés perfeitos e implorei que não mais, que não mais, que não mais desaparecesse, que jamais sumisse novamente. E ela, com sua voz rouca, disse ter me seguido feito louca durante anos e anos e panos de lágrimas. Esteve sempre comigo, apesar de eu decretar-lhe o castigo de amar outra mulher, uma outra qualquer. “Você está enganada”, disse eu, “só você é minha amada. Desde quando te-vi-e-te-perdi, toda a vida foi só tristeza”. Ela pôs-se a chorar, e no milagre do seu pranto, revelou seu rosto santo. E para minha surpresa, seu nome era Tristeza, lhe faltava beleza mas sobrava dedicação. Me amou cada segundo, esteve comigo em todo meu giro pelo mundo, mesmo eu na contra-mão. Contrariado, porém contagiado, casei-me com Tristeza e o tempo me fez poeta. Hoje ainda vivo na certeza de que essa tal Felicidade não era só ilusão. Pelo menos é o que diz meu coração. "
(Postado por Sidarta Cavalcante)
Felicidade era o nome dela. Apaixonei-me já na primeira vez que a vislumbrei. Aconteceu de repente, ela passou rapidamente e ainda tentei parar o mundo naquele instante, mas não foi o bastante, e ela fugiu. Perguntei se alguém viu, se anotaram a placa, se ela deixou alguma pista, mas nada, nenhuma vista. A não ser a minha. Só eu tive um lampejo de Felicidade, só eu enxerguei aquela mulher maravilhosa aparecer ali, do nada, apenas para mim. Mas também só eu a vi desaparecer ali tão facilmente depois de enfeitiçar um coração inocente. Então saí procurando aquela imagem em todos os sentidos: norte, sul, leste, oeste; noites e dias; praças, ruas, feiras e padarias; fui nos shoppings, fui nos bares, nas igrejas e nos mares; busquei os campos, tentei em todos os cantos; desci a Salvador, rodei o país inteiro atrás de meu amor; andei tudo, vasculhei tanto, e quando lugar nenhum era mais distante, e quando nem o mundo era mais tão grande, e quando não havia mais onde pisar, acabei parando no último andar, um último destino, uma casa abandonada. E sem pensar em mais nada, deitei para uma cochilada. Da janela vinha o brilho da lua, aquela luz que não é sua, mas reflete o seu olhar. E a dor que deu no peito, ao constatar não ter mais jeito, me foi interrompida por uma sombra, uma sombra de mulher. Mesmo sem enxergá-la direito, agarrei-me aos seus pés perfeitos e implorei que não mais, que não mais, que não mais desaparecesse, que jamais sumisse novamente. E ela, com sua voz rouca, disse ter me seguido feito louca durante anos e anos e panos de lágrimas. Esteve sempre comigo, apesar de eu decretar-lhe o castigo de amar outra mulher, uma outra qualquer. “Você está enganada”, disse eu, “só você é minha amada. Desde quando te-vi-e-te-perdi, toda a vida foi só tristeza”. Ela pôs-se a chorar, e no milagre do seu pranto, revelou seu rosto santo. E para minha surpresa, seu nome era Tristeza, lhe faltava beleza mas sobrava dedicação. Me amou cada segundo, esteve comigo em todo meu giro pelo mundo, mesmo eu na contra-mão. Contrariado, porém contagiado, casei-me com Tristeza e o tempo me fez poeta. Hoje ainda vivo na certeza de que essa tal Felicidade não era só ilusão. Pelo menos é o que diz meu coração. "
(Postado por Sidarta Cavalcante)
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
Dia 1º de Dezembro
Aí embaixo vai um texto que minha irmã fez, especialmente para a ocasião:
"Cheguei no hospital de manhãzinha, mas já havia uma fila enorme de espera. Não ia me consultar, já havia feito isso. Esperava receber o diagnóstico que tanto me aflingia... O médico me disse que, pelo meus sintomas, o que eu temia já era certo, mas eu tinha esperanças, eu tinha que ter!
Foi há seis meses, quando tudo aconteceu. Conheci o príncipe dos meus sonhos, 23 anos, 7 a mais do que eu. Eu me sentia protegida e segura perto dele, por isso resolvi fazer aquilo. Sempre achei a virgindade algo muito precioso e sabia que ele era a pessoa certa, o único que poderia tirá-la de mim! Naquele momento, ele foi tão carinhoso... A única parte ruim foi ele se chateando quando pedi para pôr a camisinha, achou que não confiava nele, então aceitei não usá-la, aquela hora tinha que ser especial, sem brigas, sem problemas!
No dia seguinte, ele sumiu. Fiquei desesperada, é claro. Tive falta de apetite e gripes constantes, eu estava ficando extremamente fraca... Parecia que eu era um ímã para doenças contagiosas!
Um dia conheci outra pessoa e finalmente minha dor foi passando. Mas o curioso disso tudo é que eu continuava sem apetite e muito fraca... Resolvi então ir ao médico e estou aqui hoje, depois de uma semana, desejando mais do que tudo no mundo que eu não a tenha adquirido.
O médico apareceu e me chamou para dentro de sua sala. Estava com aquele ar pesado de notícia ruim. Me entregou o meu diagnóstico e eu vi, bem lá no topo, quase imperceptível: POSITIVO. Eu tinha contraído AIDS..." (Texto de Andressa Silveira)
Esse texto exemplifica bastante a facilidade e o perigo de ser pegar o vírus HIV.
Por isso, não fique pensando que com você não vai acontecer, pois o vírus não tem preconceito, não escolhe cor, nem raça, nem status social e nem religião.
Fique esperto!!
"Cheguei no hospital de manhãzinha, mas já havia uma fila enorme de espera. Não ia me consultar, já havia feito isso. Esperava receber o diagnóstico que tanto me aflingia... O médico me disse que, pelo meus sintomas, o que eu temia já era certo, mas eu tinha esperanças, eu tinha que ter!
Foi há seis meses, quando tudo aconteceu. Conheci o príncipe dos meus sonhos, 23 anos, 7 a mais do que eu. Eu me sentia protegida e segura perto dele, por isso resolvi fazer aquilo. Sempre achei a virgindade algo muito precioso e sabia que ele era a pessoa certa, o único que poderia tirá-la de mim! Naquele momento, ele foi tão carinhoso... A única parte ruim foi ele se chateando quando pedi para pôr a camisinha, achou que não confiava nele, então aceitei não usá-la, aquela hora tinha que ser especial, sem brigas, sem problemas!
No dia seguinte, ele sumiu. Fiquei desesperada, é claro. Tive falta de apetite e gripes constantes, eu estava ficando extremamente fraca... Parecia que eu era um ímã para doenças contagiosas!
Um dia conheci outra pessoa e finalmente minha dor foi passando. Mas o curioso disso tudo é que eu continuava sem apetite e muito fraca... Resolvi então ir ao médico e estou aqui hoje, depois de uma semana, desejando mais do que tudo no mundo que eu não a tenha adquirido.
O médico apareceu e me chamou para dentro de sua sala. Estava com aquele ar pesado de notícia ruim. Me entregou o meu diagnóstico e eu vi, bem lá no topo, quase imperceptível: POSITIVO. Eu tinha contraído AIDS..." (Texto de Andressa Silveira)
Esse texto exemplifica bastante a facilidade e o perigo de ser pegar o vírus HIV.
Por isso, não fique pensando que com você não vai acontecer, pois o vírus não tem preconceito, não escolhe cor, nem raça, nem status social e nem religião.
Fique esperto!!
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