Esse post é de 22 de janeiro, porque eu não publiquei? Nha, antes tarde do que nunca!
"Caramba meninas, como foi bom sair com vcs aquele sábado a tarde! Deixou gostinho de quero mais!
Ficamos eu, a Ju, a Cláudia, a Regina e a Alik na sorveteria umas três horas seguidas conversando altos papos malucos! Há tempos não fazíamos isso! Sério, desde a oitava série, quase oito anos atrás! Deu pra notar que a nossa amizade não diminui, é verdadeira, é cheia de altos e baixos, mas a gente não se esquece, sempre tem um tempinho pra ajudar uma à outra!
Vamos fazer isso mais vezes!!"
segunda-feira, 24 de março de 2008
terça-feira, 11 de março de 2008
Chuva versus Rotina
Sempre que saio cedo de casa nos primeiros meses do ano, verifico se estou levando minha sombrinha comigo, pra onde quer que eu vá. Observo o céu e sinto uma espécie de medo quando vejo as nuvens meio acinzentadas. No mês de Fevereiro deste ano, pra ser mais exata, quase todos os dias eu chegava em casa estressada, morrendo de raiva por causa dessas benditas chuvas de verão!
Todos os dias, era só eu resolver sair do meu aconchego - seja em casa ou na loja - pra rua e logo vinha aquela chuva chata, rindo da minha cara de "você de novo??" Todos os dias, eu disse TODOS os dias de Fevereiro eu cheguei nas aulas com meias e calças molhadas. Fossem aulas à tarde ou à noite. Tem coisa pior do que isso? E eu só podia andar de tênis, senão era pior, então só ouvia o 'nhec' do pé molhado na sola do calçado o tempo todo! Outro dia eu acabei esquecendo a sombrinha secando em casa e tomei uma chuvinha de nada. Adivinhe o que aconteceu no dia seguinte: gripe. Ah, não! Não posso me dar ao luxo de ficar doente agora! Agora não...
Não me livrei mesmo assim dos meus compromissos. Continuei fazendo tudo que fazia antes, com a exceção de ter que dormir de boca aberta (por causa do nariz entupido) e acordar no dia seguinte morrendo de sede...
Passei a prestar atenção numas coisas antes despercebidas: tudo sai de sua rotina numa época de chuva.
As ruas ficam esburacadas e assim os carros precisam desviar muito rapidamente porque não se lembravam de ter visto aquele buraco ali;
Uma vez não soube distinguir o asfalto da calçada. Terrível, todo mundo andando a 30 por hora e ainda achando rápido, tentando puxar da memória qual caminho seguir, já que olhando era impossível saber;
Com grande frequência os semáforos desligam, de preferência nos horários de pico, aí fica aquele congestionamento enorme e ninguém anda, nem de um lado, nem de outro;
Ocorrem muitas batidas simplesmente porque o carro escorregou na hora de parar, com o asfalto oleoso.
Não disse que eram coisas boas. Aliás são até estressantes e tristes de se ver. Mas acho que São Pedro queria dar uma corzinha a mais nessa nossa vida tediosa e cinzenta da cidade, correndo do trabalho pra casa, de casa pro trabalho, sem prestar atenção em nada mais na vida. Pois é, pelo menos era bom correr o caminho pra casa na chuva, quer dizer, quando não havia nada mais a se fazer.
Todos os dias, era só eu resolver sair do meu aconchego - seja em casa ou na loja - pra rua e logo vinha aquela chuva chata, rindo da minha cara de "você de novo??" Todos os dias, eu disse TODOS os dias de Fevereiro eu cheguei nas aulas com meias e calças molhadas. Fossem aulas à tarde ou à noite. Tem coisa pior do que isso? E eu só podia andar de tênis, senão era pior, então só ouvia o 'nhec' do pé molhado na sola do calçado o tempo todo! Outro dia eu acabei esquecendo a sombrinha secando em casa e tomei uma chuvinha de nada. Adivinhe o que aconteceu no dia seguinte: gripe. Ah, não! Não posso me dar ao luxo de ficar doente agora! Agora não...
Não me livrei mesmo assim dos meus compromissos. Continuei fazendo tudo que fazia antes, com a exceção de ter que dormir de boca aberta (por causa do nariz entupido) e acordar no dia seguinte morrendo de sede...
Passei a prestar atenção numas coisas antes despercebidas: tudo sai de sua rotina numa época de chuva.
As ruas ficam esburacadas e assim os carros precisam desviar muito rapidamente porque não se lembravam de ter visto aquele buraco ali;
Uma vez não soube distinguir o asfalto da calçada. Terrível, todo mundo andando a 30 por hora e ainda achando rápido, tentando puxar da memória qual caminho seguir, já que olhando era impossível saber;
Com grande frequência os semáforos desligam, de preferência nos horários de pico, aí fica aquele congestionamento enorme e ninguém anda, nem de um lado, nem de outro;
Ocorrem muitas batidas simplesmente porque o carro escorregou na hora de parar, com o asfalto oleoso.
Não disse que eram coisas boas. Aliás são até estressantes e tristes de se ver. Mas acho que São Pedro queria dar uma corzinha a mais nessa nossa vida tediosa e cinzenta da cidade, correndo do trabalho pra casa, de casa pro trabalho, sem prestar atenção em nada mais na vida. Pois é, pelo menos era bom correr o caminho pra casa na chuva, quer dizer, quando não havia nada mais a se fazer.
sexta-feira, 7 de março de 2008
segunda-feira, 3 de março de 2008
:-(
O pior é que eu pedi desculpas...
Mas pra quê servem desculpas, não é mesmo? Não consertam o mundo!
Eu apertei uma ferida profunda...
Será que sou mesmo esse monstro que dizem que sou?
Mas pra quê servem desculpas, não é mesmo? Não consertam o mundo!
Eu apertei uma ferida profunda...
Será que sou mesmo esse monstro que dizem que sou?
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